sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

ELEIÇÃO DE 2018-- Investigação identifica ao menos 60 casos suspeitos de candidatas ‘laranjas’ em SP

Segundo o MP e o MPF, partidos inscreveram essas candidatas sem a intenção de que elas fossem eleitas, apenas para garantir o fundo eleitoral



Os partidos que tiveram mais reclamações das próprias candidatas de fachada foram o Solidariedade, Patriota, Podemos, PHS e PMB.


Ao menos 60 candidatas são suspeitas de terem sido usadas como “laranjas” na eleição de 2018 em São Paulo, de acordo com uma investigação conjunta dos ministérios públicos estadual e federal.
Segundo o MP e o MPF, partidos inscreveram essas candidatas sem a intenção de que elas fossem eleitas. Tinham apenas o objetivo de atingir a cota de 30% de candidaturas femininas e, assim, garantir o fundo eleitoral.
Os casos de candidatura de fachada foram identificados na disputa à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).
O trabalho resultou em cinco ações de investigação judicial eleitoral e ações de impugnação de mandato eletivo (de candidatos eleitos porque o partido alcançou a cota mínima de maneira supostamente fraudulenta). Caso sejam julgadas procedentes, políticos eleitos podem ter o mandato cassado.
Das cerca de 100 candidaturas investigadas, 42 delas têm pedido de impugnação de contas e cerca de 60 são de candidatas de “fachada”, segundo o MP e MPF.
“A maioria dessas candidatas não recebeu nada, você vai impugnar o quê? Não tem o que impugnar. Mas elas foram laranjas”, disse a promotora Vera Lúcia Taberti, que coordenou o levantamento. Segundo Taberti, os partidos que tiveram mais reclamações das próprias candidatas de fachada foram o Solidariedade, Patriota, Podemos, PHS e PMB, apontados nas ações.
Segundo ela, os partidos se aproveitam do financiamento público de campanhas destinado a mulheres para atrair as candidatas e, em seguida, abandoná-las. “Foi por conta dessas reclamações e investigações que foram propostas medidas judiciais”, afirma Taberti.
A legislação que estabelece normas para as eleições no Brasil existe desde 1997 e obriga que cada partido ou coligação lance, no mínimo, 30% de candidaturas de cada sexo para deputado. Depois, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, ainda, que pelo menos 30% dos recursos do fundo eleitoral devem ser destinados a candidaturas femininas.
O dinheiro público que financia as campanhas políticas vem do fundo partidário (que banca a estrutura dos partidos e também candidaturas, distribuiu R$ 888 milhões aos partidos em 2018) e do fundo eleitoral – criado após a proibição das doações por empresas, que deu mais de R$ 1,7 bilhão.
O TSE entendeu que, no caso de partidos com mais de 30% de candidatas mulheres, o repasse dos valores deve ser proporcional ao percentual das candidaturas. As medidas têm como objetivo aumentar a participação feminina na política.
Fonte:Diário do Poder

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Entorno do DF --Hildo Candango defende consórcio para gerir transporte coletivo e evitar reajuste da tarifa

Transporte coletivo do Entorno atualmente é regulamentado pela 
Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT)
Hildo do Candango | Foto: Reprodução
A Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) anunciou que 
as tarifas de ônibus do Entorno ficarão mais caras a partir do 24 de fevereiro. O reajuste de 5,23% foi publicado nesta sexta-feira, 15, no Diário Oficial da União.
Com o aumento, o valor da passagem de Águas lindas de Goiás para Brasília, por exemplo, passará a custar R$ 7,05. Moradores de Luziânia e do Lago Azul, no Novo Gama, vão ter que desembolsar R$ 7,60 por trecho.
O Jornal Opção buscou ouvir o posicionamento de autoridades da região como o presidente da Associação dos Municípios Adjacentes a Brasília (AMAB), Hildo do Candango.
Hildo também é prefeito do município de Águas Lindas de Goiás, uma das cidades mais afetadas com o reajuste tarifário.
Jornal Opção: Prefeito de que forma esse reajuste afetará a população?
HC: “Não apenas como prefeito, mas também presidente da AMAB, sei das dificuldades reais da população quanto ao transporte público e um aumento tarifário neste momento trará desemprego a muitos moradores que trabalham no Distrito Federal”.
Jornal Opção: Qual é a maior dificuldade no transporte semiurbano do entorno?
HC: “Uma das nossas maiores dificuldades é que o transporte hoje é regulamentado pela ANTT, a agência regulamenta o transporte semiurbano do Brasil todo e ela tem um calendário anual de reajuste de tarifas. Porém o transporte opera dentro dos municípios e as gestões não têm gerencia ou autonomia dentro desse transporte semiurbano, ou seja, a questão de tarifas, aumento de passagens, criação de novas linhas, fiscalização desse transporte, tudo fica a cargo da ANTT.”
Jornal Opção: Qual seria a solução para esse problema?
 HC: “A solução seria tirar a gestão do transporte semiurbano do Entorno da ANTT, criando um consórcio que possibilite que os municípios e o próprio GDF participem da regulamentação desse transporte.”
Jornal Opção: Prefeito, algo já foi realizada neste sentido? A agência concorda com essa diretriz?
HC: “Sim, a ANTT inclusive já tem como exemplo os municípios de Timon (MA) e Teresina (PI) onde esse sistema já funciona e muito bem. A princípio nós desenvolvemos um projeto, analisamos o interesse dos demais municípios em participar deste consórcio para um novo sistema de transporte e todos concordaram e assinaram a petição.”
Jornal Opção: Como está o andamento do projeto, tem previsão para que o sistema seja implantado?
HC: “Como todo o transporte do Entorno entra em Brasília há a necessidade de que o GDF fosse um dos principais gestores desse novo transporte. Esse projeto foi apresentado pelos demais prefeitos e pelo presidente da Amab, ao até então governador Rodrigo Rollemberg e ao secretário de Transporte, porém não houve engajamento político nesse sentido. Então o projeto ficou parado, mas não desistimos. Esse é um projeto que pode resolver o problema de transporte da região do Entorno, acreditamos nele. Esperamos que agora, com a mudança de governo, o novo governador junto com o secretário de transporte possa se sensibilizar e possamos tocar esse projeto pra frente.”
Jornal Opção: Quais são os principais benefícios desse novo sistema para a população ?
HC: “Conseguir diminuir as passagens, conseguir integrar o transporte público do DF com a região do Entorno, não apenas os ônibus, mas também o metrô e atrair as empresas para que estas também participem das licitações do transporte da região, criando assim um só sistema, um sistema integrado, mais acessível à região do Entorno.”
 Jornal Opção: Quem iria gerir esse novo sistema?
HC: “Os municípios do Entorno junto com o GDF e o estado de Goiás. O mais importante seria os municípios do Entorno junto com o GDF, ou seja, se houvesse a participação do estado de Goiás seria bom para conseguir algum subsídio como vale transporte estudantil ou algo neste sentido, para os jovens do entorno e a população em geral”.
Por fim o presidente da AMAB disse ser contra o reajuste e informou que muitos municípios tem se manifestado quanto ao aumento das passagens, como é o caso de Águas Lindas, que já solicitou audiência com a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT) para avaliar o reajuste levando em consideração que, por exemplo, a tarifa entre Luziânia e Brasília é mais barata que o trecho entre Águas Lindas e Brasília, sendo que o trajeto de Águas Lindas é mais curto.     

Fonte;Jornal Opção

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Com um trabalho social relevante na cidade, Sargento Serafim da Guarda Mirim é pré candidato a prefeito em 2020 e quer fazer diferente dos outros

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*Moisés Tavares 



Idealizador de um dos mais relevantes trabalhos social na cidade de Águas Lindas de Goiás, o Sargento da Policia Militar, tem recrutado jovens e com uma equipe de trabalho dedicada e determinada, vem passando conhecimento, disciplina e fazendo com que parte da futura geração seja mais consciente e tenha seus sonhos realizados.
O Projeto Guarda Mirim, funciona em um prédio na mesma avenida que dá acesso a   Câmara Municipal de Vereadores, lá jovens se reúnem todos os dias e recebem conhecimento.
Sargento Serafim, é um homem simples, humilde, mais determinado, com muitas ideias e projetos, já foi candidato a deputado estadual pelo PSL, mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, e pretende se candidatar a prefeito em 2020, tem boas propostas e quer fazer diferente dos outros se for eleito prefeito.

"A nossa missão é educar pessoas éticas e competentes, capazes de inspirar gerações na construção de um mundo melhor.", afirma o Sargento Serafim da Guarda Mirim.

Sargento Serafim tem recebido diversos apoios, ao seu projeto social, como também  a sua pré candidatura a prefeito em 2020, conversado com lideranças politicas, comunitárias e eclesiásticas da cidade ele tem exposto a sua pretensão e pode ser um diferencial na disputa a prefeitura de Águas Lindas de Goiás, podendo ser uma  opção  para os eleitores que almejam mudança no cenário politico

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Moisés Tavares
É Jornalista( DRT- 01428-GO), 
Editor dos Blogs de noticias, A VERDADE e JORNAL DIÁRIO DE ÁGUAS LINDAS,
 Gestor em Segurança Pública e Privada, 
Gestor Público, Pedagogo e Pós Graduando em Docência do Ensino Superior.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Pior que corrupção para juiz Moro, caixa 2 é crime menos grave para Moro ministro

(Foto: Lula Marques)
(Foto: Lula Marques)




Em seus tempos de juiz, o atual ministro da Justiça, Sergio Moro, não poupava palavras ao defender a criminalização do caixa dois. Trapaça, "especialmente reprovável" e "sem justificativa ética" foram algumas das expressões que o magistrado que conduzia a Operação Lava Jato usou para se referir ao uso de recursos não declarados em campanha.
"Muitas vezes [o caixa dois] é visto como um ilícito menor, mas é trapaça numa eleição", afirmou o então juiz, por exemplo, durante audiência na Câmara, em agosto de 2016.
Nesta terça-feira (19), porém, ao justificar o fatiamento do pacote anticrime proposto pelo governo de Jair Bolsonaro, Moro afirmou ter atendido à queixa de alguns políticos de que "o caixa dois é um crime grave, mas não tem a mesma gravidade que corrupção, crime organizado e crimes violentos".
"Fomos sensíveis", afirmou o ministro, dizendo que as reclamações eram razoáveis.
A criminalização do caixa dois é um dos pontos do pacote que enfrenta maior resistência à aprovação no Congresso. 
Moro ressalvou que o caixa dois, assim como a corrupção, é um crime grave. Mas assumiu um tom mais ameno do que quando, nas sentenças da Lava Jato, declarava que a prática causava "prejuízos ao processo político-democrático".
Moro falava, na época, do caixa dois financiado com recursos de corrupção -o que, como sempre afirmou, era "até pior do que [a corrupção] para fins de enriquecimento ilícito".
"Rigorosamente, a destinação da vantagem indevida em acordos de corrupção a partidos políticos e a campanhas eleitorais é tão ou mais reprovável do que a sua destinação ao enriquecimento pessoal, considerando o prejuízo causado à integridade do processo político-eleitoral", escreveu o então juiz em sentença, dois anos atrás.
No mesmo documento, ele ponderou: "Talvez seja essa, mais do que o enriquecimento ilícito dos agentes públicos, o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras: a contaminação da esfera política pela influência do crime, com prejuízos ao processo político-democrático."
Nesta terça, em Brasília, o ministro destacou que nem todo crime de caixa dois é, também, um crime de corrupção. "Existe crime de corrupção e existe crime de caixa 2. São dois crimes. Os dois crimes são graves", declarou.
Recentemente, Moro voltou a afirmar que o caixa 2 era trapaça: foi no início deste mês, em evento em São Paulo para debater o pacote anticrime. Mas adicionou: "Não tão grave quanto a corrupção, mas tem de ser criminalizado".
Para o ministro, separar o projeto do caixa 2 não altera o compromisso do governo em criminalizar a prática. "Qual governo fez isso antes? Nenhum", declarou, nesta terça-feira.
Moro juiz e Moro ministro, sobre caixa dois
Trapaça
"Caixa dois muitas vezes é visto como um ilícito menor, mas é trapaça numa eleição. A meu ver, não existe uma justificativa ética para esse tipo de conduta." (durante audiência na Câmara, em 04.agosto.2016)
Pior
"A corrupção para fins de financiamento de campanha é pior que o de enriquecimento ilícito [...] Se eu utilizo [a propina] para ganhar uma eleição, para trapacear uma eleição, isso para mim é terrível." (em palestra a estudantes brasileiros na Universidade de Harvard, abril.2017)
Mais reprovável
"A destinação da vantagem indevida em acordos de corrupção a partidos políticos e a campanhas eleitorais é tão ou mais reprovável do que a sua destinação ao enriquecimento pessoal, considerando o prejuízo causado à integridade do processo político-eleitoral." (em sentença proferida na Lava Jato, em fevereiro.2017)
Influência do crime
"Talvez seja essa, mais do que o enriquecimento ilícito dos agentes públicos, o elemento mais reprovável do esquema criminoso da Petrobras: a contaminação da esfera política pela influência do crime, com prejuízos ao processo político democrático." (em sentença proferida na Lava Jato, em fevereiro.2017)
Não muda nada
"Isso [separar o caixa 2] não muda nada em relação ao comprometimento do governo e do Congresso de criminalização do caixa 2, de uma criminalização mais adequada." (em Brasília, nesta terça-feira, 19)
Não tão grave
"Havia um sentimento de que o caixa 2 é um crime grave, mas não tão grave como o crime organizado, homicídios e corrupção. E houve uma reclamação que não fosse tratado juntamente a essas condutas delitivas mais graves" (em Brasília, nesta terça-feira, 19) 
(ESTELITA HASS CARAZZAI, CURITIBA, PR (FOLHAPRESS)

Fonte;Diário de Goiás 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Deputados estaduais se reúnem nesta terça-feira, 19, para a primeira sessão ordinária da 19ª Legislatura





A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE GOIÁS REALIZA NESTA TERÇA-FEIRA, 19, A 1ª SESSÃO ORDINÁRIA EM PLENÁRIO DA 19ª LEGISLATURA. A REUNIÃO ORDINÁRIA OCORRE APÓS A SESSÃO SOLENE INAUGURAL, REALIZADA NA SEXTA-FEIRA, 15, A QUAL MARCOU A ABERTURA DOS TRABALHOS EM PLENÁRIO. A REUNIÃO DESTA TERÇA-FEIRA SERÁ MARCADA PELA INDICAÇÃO DAS LIDERANÇAS PARTIDÁRIAS E DOS MEMBROS QUE IRÃO COMPOR AS 16 COMISSÕES TÉCNICAS DA CASA. A ARTICULAÇÃO PARA A ESCOLHA DOS NOVOS INTEGRANTES DAS COMISSÕES DEVE SER FEITA EM PLENÁRIO, RESPEITADA A PROPORCIONALIDADE PARTIDÁRIA. JÁ A PRESIDÊNCIA DE CADA UMA DELAS É DEFINIDA NAS REUNIÕES. CADA DEPUTADO TÊM O DIREITO DE PARTICIPAR DE PELO MENOS DUAS COMISSÕES PERMANENTES. A SESSÃO SERÁ COMANDADA PELO PRESIDENTE DA CASA, DEPUTADO LISSAUER VIEIRA, A PARTIR DAS 15 HORAS.


Após a posse dos deputados eleitos em 2018, realizada no dia 1º de fevereiro, e da eleição da Mesa Diretora da Casa, ocorrida na mesma data, os deputados da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizam nesta terça-feira, 19, a primeira sessão ordinária em Plenário da 19ª Legislatura.
A sessão ordinária ocorre após a realização da sessão solene inaugural da 19ª Legislatura, realizada na sexta-feira, 15, a qual marcou a abertura dos trabalhos em Plenário. Deste modo, a reunião desta terça-feira deverá ser marcada pela indicação das lideranças partidárias e pela indicação dos membros que irão compor as 16 comissões técnicas da Casa.
A articulação para a escolha dos novos membros das comissões deve ser feita em Plenário, respeitada a proporcionalidade partidária. Já a presidência de cada uma delas é definida nas reuniões. Cada deputado têm o direito de participar de pelo menos duas comissões permanentes, compostas por sete membros cada. Fogem à regra somente a Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), a Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento e a Comissão de Organização dos Municípios, que têm 11 membros cada.
Sessões Ordinárias
As sessões ordinárias constituem o calendário anual de trabalho legislativo e possuem a Ordem do Dia previamente designada, ou seja, têm uma pauta de votação. São realizadas normalmente às terças, quartas e quintas-feiras e compõem-se das seguintes fases: Abertura, onde são feitas apresentações de matérias e demais comunicações parlamentares; Pequeno Expediente; Grande Expediente; e a Ordem do Dia.
A população poderá prestigiar a reunião dos deputados estaduais, cujo acesso se dá pela entrada exclusiva a visitantes, localizada na Alameda dos Buritis, 231, Setor Oeste. Os trabalhos podem ser acompanhados ainda, ao vivo, por meio do site da Alego ou pela TV Assembleia, transmitida pelo canal 8 da NET.
Os 41 deputados eleitos em outubro de 2018 que tomaram posse em 1º de fevereiro deste ano para a 19ª Legislatura: 
Álvaro Guimarães (DEM): 23.788 votos
Alysson Lima (PRB): 30.868 votos
Amauri Ribeiro (PRP): 24.922 votos
Amilton Filho (SD): 16.486 votos
Antônio Gomide (PT): 36.998 votos
Bruno Peixoto (MDB): 34.655 votos
Cairo Salim (Pros): 18.579 votos
Charles Bento (PRTB): 18.626 votos
Chico KGL (DEM): 37.048 votos
Cláudio Meirelles (PTC): 36.502 votos
Coronel Adailton (PP): 11.616 votos
Delegada Adriana Accorsi (PT): 39.283 votos
Delegado Humberto Teófilo (PSL): 26.252 votos
Delegado Eduardo Prado (PV): 20.845 votos 
Diego Sorgatto (PSDB): 41.362 votos
Dr. Antonio (DEM): 36.683 votos
Gustavo Sebba (PSDB): 29.286 votos
Helio de Sousa (PSDB): 38.788 votos
Henrique Arantes (PTB): 20.556 votos
Henrique César (PSC): 46.545 votos
Humberto Aidar (MDB): 31.873 votos
Iso Moreira (DEM): 24.963 votos
Jeferson Rodrigues (PRB): 45.605 votos
Júlio Pina (PRTB): 13.148 votos
Karlos Cabral (PDT): 15.941 votos
Lêda Borges (PSDB): 35.040 votos
Lissauer Vieira (PSB): 37.550 votos
Lucas Calil (PSD): 23.994 votos
Major Araújo (PRP): 38.278 votos
Paulo Cezar Martins (MDB): 40.970 votos
Paulo Trabalho (PSL): 16.957 votos
Rafael Gouveia (DC): 23.466 votos
Rubens Marques (Pros): 27.763 votos
Talles Barreto (PSDB): 36.456 votos
Thiago Albernaz (SD): 14.561 votos
Tião Caroço (PSDB): 31.407 votos
Vinícius Cirqueira (Pros): 17.698 votos
Virmondes Cruvinel (PPS): 30.576 votos
Wagner Neto (Patri): 14.256 votos
Wilde Cambão (PSD): 29.853 votos
Zé Carapô (DC): 19.583 votos

Fonte: https://portal.al.go.leg.br


domingo, 17 de fevereiro de 2019

ATÉ 2040 --Brasil vai precisar de 10 milhões de profissionais de saúde e educação

Segundo publicação do BID, crescimento é atribuído à dificuldade para automatizar as atividades feitas desses profissionais


Foto: Pexels


Um estudo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) afirma que o Brasil vai precisar de cerca de 4 milhões de professores, 1 milhão de médicos e 4,5 milhões de enfermeiros em 2040.
Chamado “Educação e Saúde: os setores do futuro?” e disponível em espanhol, o estudo projeta qual será a demanda futura de profissionais no que chama de setor social na América Latina.
Segundo a publicação, a região analisada necessitará de 10,3 milhões de professores, 2,4 milhões de médicos e 6,2 milhões de enfermeiros no final do período analisado. O resultado indica que o número de profissionais nessas áreas quase dobrará no período.
O crescimento dessas profissões é atribuído pelo BID à dificuldade para automatizar as atividades feitas por seus profissionais, ao envelhecimento populacional e ao potencial de aumento de matrículas no sistema educacional.
Segundo o BID, um terço dos professores e dois terços dos médicos da região que estarão ativos em 15 anos serão formados por pessoas que ainda não entraram no mercado de trabalho.
“Diante desta realidade, é importante assegurar que estes novos profissionais tenham as habilidades e a formação que necessitam para serem os professores, médicos e enfermeiros do futuro”, diz o estudo.
Para chegar aos resultados, foram analisadas diferentes variáveis. No caso da educação, entraram na conta dados como população em idade de estudar e número de crianças por professor. Já em saúde, levou-se em consideração a proporção de médicos em relação à população de idosos que existirá nas próximas décadas, assim como a proporção de enfermeiros por médico.
O estudo também analisa a evolução do emprego de professores, médicos e enfermeiros durante as últimas quatro décadas na América Latina e o Caribe.
Segundo a publicação, a diferença salarial em atividades de homens e mulheres ligadas à saúde e educação é menor do que em outros setores.
O estudo afirma que, na região, as mulheres com educação pós-secundária ainda ganham em média 28% menos que os homens. Por outro lado, em educação e saúde essa diferença é de aproximadamente 10%.
Além disso, as mulheres representam cerca de 75% da força de trabalho nesses segmentos.
De acordo com o BID, o número de profissionais de educação e saúde quadruplicou em quarenta anos e atualmente 11 milhões de pessoas trabalham como médicos, enfermeiros e professores na região analisada. (FolhaPress)
Fonte:Diário do Poder

Possível reviravolta--Marconi Perillo pode disputar a Prefeitura de Goiânia

Com o desgaste de Ronaldo Caiado e de Iris Rezende, e sem condenação em segunda instância, o tucano poderá ser candidato na capital
Foto: Nathan Sampaio
Advogados experimentados sugerem que dificilmente o ex-governador Marconi Perillo será condenado no processo que o levou à prisão por pouco tempo. Sendo assim, sem condenação em segunda instância, estará livre para disputar pleitos eleitorais. Deputados acreditam que, se o governo de Ronaldo Caiado continuar com “imagem negativa”, o retorno do tucano à política de Goiás pode ocorrer antes do que se esperava.
Em Goiânia, o prefeito Iris Rezende, do MDB, não vai bem. O desgaste é tão forte que emedebistas apostam que só há uma chance de o partido continuar no poder na capital: bancando o ex-governador Maguito Vilela para prefeito. Ele é popular e não tem desgaste.

Com o desgaste de Iris Rezende e a crise do governo de Ronaldo Caiado, que não consegue pagar o salário de dezembro de 2018 — quase dois meses depois de ter assumido —, a possibilidade de Marconi Perillo disputar a Prefeitura de Goiânia não é remota.
Costuma-se dizer, entre os experts em política, que, no fundo do poço dos políticos, há molas. Será o caso? E será tão cedo?

Fonte:Jornal Opção