quarta-feira, 22 de março de 2017

Brasil se mantém na 79ª posição em ranking de IDH

Brasil se mantém na 79ª posição em ranking de IDH


Relatório das Nações Unidas analisa 188 nações e territórios; País tem índice de 0,754, o mesmo obtido no ano anterior e está empatado com a Ilha de Granada
Por Estadão Foto: Reprodução/Divulgação 
Pela primeira vez na série histórica, o Brasil ficou estagnado no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Relatório das Nações Unidas divulgado nesta terça-feira, 21, revela que o País alcançou o indicador de 0,754, de uma escala de 0 a 1 - o mesmo obtido no ano anterior. Com esse desempenho, ele se mantém na 79ª posição no ranking, empatado com a Ilha de Granada.

A Noruega, primeira da lista, alcançou o IDH de 0,949. Já a pior colocação foi da República Centro-Africana, com 0,352. Ao todo, participam do ranking 188 países e territórios.

"São poucos os países que ficam estagnados ou caem no desempenho do IDH. A tendência é de todos avançarem de um ano para o outro", afirma a coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional, Andréa Bolzon.

Neste ano, por exemplo, mais de uma centena de países apresentaram melhora nos indicadores. A queda de IDH foi registrada sobretudo em países que enfrentaram condições adversas. Foi o caso da Síria. Para Andrea, o desempenho brasileiro é reflexo da crise econômica que o País já enfrentava em 2015, ano da coleta dos dados do relatório.

A pesquisadora observa que entre 2014 e 2015 a pobreza no Brasil aumentou, rompendo um ciclo de queda identificado desde a década anterior. Dados indicam que, em 2015, 3,63% da população vivia em situação de extrema pobreza, com uma renda mensal per capita de até R$ 70. Naquele mesmo ano, 9,96% da população era classificada como vulnerável à pobreza, com rendimento de até R$ 140 por mês.

O desemprego, por sua vez, cresceu de forma expressiva neste mesmo período. Os mais afetados foram jovens. A taxa de desemprego entre 15 a 24 anos em 2015 era de 23,1%, bem acima dos 17% identificados em 2014. Em seguida, estavam as mulheres. O nível de desemprego entre mulheres cresceu de 8,9% para 11,8% no biênio 2014-2015, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Padrão de vida. Desenvolvido há 26 anos, o IDH tem uma escala de 0 a 1. Quanto mais próxima de um, melhor a situação do país. As notas são dadas a partir da avaliação de três quesitos: saúde, educação e rendimento.

Entre 1990 e 2015, a média de crescimento do IDH brasileiro foi de 0,85% ao ano. A análise dos dados mostra que levou o País a quebrar essa trajetória foi o padrão de vida. A renda nacional per capita foi de 14.145 P.P.P. (paridade de poder de compra, uma medida internacional usada para permitir comparação entre diferentes moedas). Em 2014, a renda havia sido de 14.858. O relatório mostra que, em 2015, a renda per capita na Turquia, por exemplo, era de 18.705. Já no México era de 16.383 e, no Chile, de 21.665.

Discreta melhora. Nos outros quesitos do IDH, o País apresentou uma discreta melhora. A expectativa de vida (usada para medir o desenvolvimento na área de saúde) foi de 74,7 anos. Mais do que os 74,5 indicados em 2014. Na área de conhecimento, o Brasil obteve um pequeno avanço na média de anos de estudo. Passou de 7,7 em 2014 para 7,8 em 2015.

No entanto, chama a atenção da estagnação de outra variante usada para avaliar o conhecimento, a expectativa de anos de estudo. Desde 2013, esse indicador não ultrapassa a marca dos 15,2 anos.

O IDH brasileiro está um pouco acima da média regional da América Latina e do Caribe, que foi de 0,751 em 2015. Na comparação entre Brics, apenas a Rússia traz um IDH superior ao do Brasil: 0,804. China, África do Sul e Índia aparecem no ranking em posições abaixo do País, com indicadores de 0,738, 0,666 e 0,624, respectivamente.

Desigualdade. A desigualdade no Brasil persiste. O Relatório de Desenvolvimento Humano mostra que o País cairia 19 posições no ranking se a desigualdade fosse levada em conta. Apenas dois países teriam uma queda ainda maior: Irã (que despencaria 40 posições) e Botsuana, com perda de 23 colocações. Se for considerado o Coeficiente de Gini, o Brasil é o 10º mais desigual de uma lista de 143 países.

As diferenças de renda são o principal fator que leva o Brasil a ter uma redução no IDH ajustado (IDHD). O porcentual de perda provocado por esse indicador é de 37,8%. Em seguida, vem a desigualdade na educação. Ela é responsável por um desconto de 22,6%. A diferença na expectativa de vida também é expressiva: ela provoca uma queda de 14,4% na média geral.

O impacto da desigualdade na classificação é sentido por outros países. O Chile, por exemplo, cairia 12 posições no ranking e teria perda de 18,2% no seu IDH, se as disparidades fossem levadas em consideração. Também ali a desigualdade na renda é que empurra o país para uma colocação mais baixa. A perda é de 35,5% no IDH.

Para a coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional, é uma ferramenta importante para avaliar o quanto o progresso no desenvolvimento humano não atinge a todos da mesma forma. As diferenças, diz, estão presentes mesmo dentro de cidades.

"Basta ver a renda no Morumbi, bairro de São Paulo. A média é de R$ 13,8 mil. Em Cidade Tiradentes, por sua vez, é de R$ 373", diz Andréa, citando dados de relatório sobre regiões metropolitanas do País.

A coordenadora do relatório observa que, embora o progresso tenha sido muito significativo nos últimos anos, há ainda muita gente sofrendo privações. "Muita coisa avançou, mas há um grupo de pessoas excluídas, que foram deixadas para trás nesse progresso."

O relatório deste ano das Nações Unidas traz, entre suas mensagens, a necessidade de se fazer análises refinadas dos dados, que vão além das médias. "As médias escondem desigualdades. E o que não se mede, não se sabe como lidar", afirma Andréa. 


terça-feira, 21 de março de 2017

Waltenis Alves-- Sou pré Candidato a Deputado Estadual, Deixo meu nome para ser apreciado pelo povo


Foto do perfil de Waltenis Alves de Oliveira, A imagem pode conter: 2 pessoas, close-up

 Encontrei essa postagem em um  grupo de watzap e surpreendente vi que meu nome está cotado entre os possíveis pré candidatos na corrida disputa a uma cadeira de legislativo


 ENQUANTO ISSO EM ÁGUAS LINDAS DE GOIÁS

Estou de 👀

 2018 É ANO QUE VEM!

Podem disputar uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás :

- TÚLIO

-ALEANDRA DE SOUSA

 -VALDIVINO DE OLIVEIRA

-ZEZITO MOURA

-JEFERSON SANTOS

-ANDRÉ CAVALCANTE

-CRISTIANO RODRIGUES

-RAIMUNDO AMORIL

-LUIZ DE AQUINO

-WALTENIS

-ZÉ DA IMPERIAL

-OLIVEIRA JUNIOR

-SEVERINO NUNES

- MARTA da SAÚDE

- Dr Nei


BLOG A VERDADE
moisestavares-jornalismoverdade.blogspot.com
JORNALISMO VERDADE COM IMPARCIALIDADE

Moisés Tavares
Jornalista-01428-GO

                                             

 Encontrei essa postagem em um  grupo de watzap e surpreendente vi que meu nome está cotado entre os possíveis pré candidatos na corrida disputa a uma cadeira de legislativo, fico feliz que pessoas sérias e conceituadas, digo jornalista ( Moisés Tavares) viu na minha humilde pessoa a possibilidade de concorrer ao cargo eletivo. Claro, qualquer cidadão pode disponibilizar seu nome para a disputa, agora, ver que, tive o nome citado, significa que tenho entre algumas pessoas o devido reconhecimento de meu trabalho e meu compromisso público junto ao nosso município. Quão bom seria se de fato uníssemos força em prol de um nome, ele:
Túlio, Aleandra, Valdivino, Zezito, Jefferson, André, Cristiano, Raimundo, Luíz, Zé, Oliveira, Severino, Dr Nei, Marta e etc. Só acho que essa lista vai ainda ficar maior, alguns levam com sarcasmo, deboche o fato de alguns nomes talvez não possuir tanta expressão $$, mas o caráter, a sinceridade, não existe dinheiro que compre, isso vêm de berço. Até então não tinha feito nenhum manifesto público relacionado ao meu nome, mas diante do fato e da matéria, deixo meu nome para ser apreciado pelo nosso povo. E que venhamos ter de fato um representante competente na Assembleia Legislativa.

Waltenis Alves

Ingestão precoce de álcool entre adolescentes do DF preocupa sociedade

Ingestão precoce de álcool entre adolescentes do DF preocupa sociedade
Especialistas alertam sobre a importância do diálogo para que a ingestão de bebidas na adolescência não se torne excessiva e venha a causar dependência

Por Correio Braziliense Foto: Reprodução / Divulgação/USP



 Maria* não queria beber naquela noite, mas cedeu à pressão dos amigos e do ex-namorado. Aos 14 anos, em uma festa no apartamento de um conhecido, topou participar de uma brincadeira com bebida alcoólica. A cada rodada, uma pessoa fazia uma confissão sobre algo que nunca tinha feito na vida.

Os demais deveriam ingerir uma dose de vodka pura, caso tivessem passado pela experiência. Depois de três ou quatro goles, já no fim da brincadeira, todos foram parar em outra residência, a garota não soube explicar como. Relata, inclusive, que acordou com uma blusa que não era dela.

A história não é uma exceção entre os adolescentes. Eles aceleram o processo que, legalmente, deveria começar apenas aos 18 anos. Há dois anos, a Lei nº 13.106, de 2015, tornou crime servir bebidas alcoólicas a crianças e a adolescentes.

No mesmo ano de criação da norma, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que mais da metade dos estudantes do 9º ano do ensino fundamental no Distrito Federal tinham experimentado álcool pelo menos uma vez.

O número do DF supera a estatística Nacional. Em todo o país, 55,5% dos adolescentes matriculados nessa etapa do ensino admitiram ter bebido uma dose de álcool pelo menos uma vez na vida — 4 pontos percentuais a menos do que no DF — e 18,4% confessaram ter experimentado cigarro. Mais de um quinto dos jovens de 13 a 15 anos brasileiros sofreram algum tipo de embriaguez.

Outro relato de Maria mostra como o acesso ao álcool é facilitado. Dessa vez, ela conta que, aos 15 anos, foi à festa de uma colega da escola. A regra era que apenas maiores de 18 anos recebessem uma pulseira e pudessem passar para a área do bar.

Mas a menor afirma que não foi preciso esperar muito tempo: logo, nenhum barman estava preocupado em checar quem eram as pessoas autorizadas a beber e todos os amigos aproveitaram para escolher os mais diversos drinks que constavam no cardápio.

Nesse dia, ela chegou a perder a bolsa e os sapatos. A adolescente lembra que ficou de castigo depois que a mãe descobriu a primeira aventura com a bebida. “Eu perdi a confiança da minha mãe. Depois da festa, prometi que não ia mais beber”, disse. “Mas, nessa hora, os amigos caçoam, “e fica apenas na promessa”.

Em um grupo de 12 menores entrevistados pelo Correio, apenas um afirmou que ainda não tinha ingerido bebida alcoólica ou fumado. Uma das meninas, de 17 anos, contou que o “point” é uma praça pública, com árvores, bancos de concreto e pequenos pilares para exercício, que fica próximo à unidade de ensino onde estudam.

“Quando um dos professores libera, é pra lá que a gente vai”, contou um rapaz. A compra é feita em uma distribuidora de bebidas que não exige nenhum documento dos jovens clientes. De acordo com a adolescente de 17 anos, os amigos ficam tão alcoolizados que é necessário esperar algumas horas até que todos estejam em condições de voltarem para casa. “Eu não sei como que todo mundo consegue ver o número do ônibus ou em qual está entrando”, admitiu.

A diretora de uma das escolas também confirma problemas com alunos que passam dos limites. Para ela, os principais são os que envolvem adolescentes de até 15 anos. Uma menina, inclusive, levou garrafa de bebida para dentro da área escolar. Segundo a diretora, o comum é que eles se afastem do colégio para ter mais privacidade.

Porém, quando alguém passa mal por conta dos efeitos do álcool, é a escola o lugar para o qual recorrem. “Eles trazem o amigo que está mal e nós chamamos os responsáveis para que eles levem o aluno ao hospital”, contou.

Entre um trio de adolescentes ouvidos pelo reportagem, todos tinham experimentado alguma bebida, apesar de duas moças não fazerem uso frequente. O rapaz, de 17 anos, contou que também fuma. Eles relataram que os colegas de sala têm um grupo no aplicativo de mensagens WhatsApp e que é por meio dele que geralmente marcam um encontro depois da aula.

Como alguns amigos têm 18 anos, a compra é feita pelos mais velhos. Em uma ocasião, um aluno passou tão mal em uma praça que os próprios moradores das quadras próximas reconheceram o uniforme e avisaram a instituição. “Ele chegou a vomitar em cima do vice-diretor da escola”, contou o adolescente.

Questão social
A principal preocupação com relação ao uso do álcool, segundo especialistas, são os efeitos que a ingestão precoce dessas bebidas podem causar no futuro. “Não é uma coisa da juventude e que depois passa”, observa o sociólogo e especialista em segurança no trânsito Eduardo Biavati.

Os problemas envolvem não apenas o desenvolvimento da dependência física, mas também a criação de hábitos perigosos, como o de dirigir sob o efeito da bebida. Para Biavati, se trata de um problema de saúde pública e que a sociedade precisa aprender a lidar com as transformações pelas quais se passa durante a adolescência — começar a beber, aprender a dirigir, ser aceito pela turma.

Nesse sentido, a família tem papel fundamental, alerta o especialista. Segundo ele, é na pré-adolescência que os pais devem fiscalizar e conversar com os menores, pois, mais tarde, o controle pode se tornar mais difícil.

“Os pais vão fazer o quê? Ir para as festas? Para as boates? Isso não é realista. A gente consegue ter indícios conversando com os amigos dos filhos e das filhas, falando sobre os amigos. Às vezes, a criança não fala dela, mas fala dos amigos. É muito difícil fazer parte de um grupo e não compartilhar os hábitos dele”, aconselha.

A psicóloga e especialista na área de drogas na adolescência Maria Fátima Olivier Sudbrack acrescenta que a questão do álcool não é apenas culpa dos jovens, mas da sociedade como um todo.

Segundo ela, a cultura brasileira aceita a bebida como natural e estimula cada vez mais o consumo, mesmo entre os menores. Muito do incentivo vem da própria família ou mesmo da pressão dos amigos, para que o adolescente possa se sentir parte de um grupo.

De acordo com Maria Fátima, nessa idade, os amigos são as pessoas que mais influenciam, mas isso não tira a responsabilidade ou mesmo o consentimento dos próprios pais.

“Tem gente que diz que o filho virou homem porque tomou o primeiro porre. Nós chamamos isso de alcoolização da juventude. Não estou querendo que a gente tenha apenas uma visão repressora, mas é uma questão de conscientização e prevenção e de repensar o que estamos mostrando para eles”, explica.
Justiça
A Seção de Apuração e Proteção (Seapro) da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal é responsável por fiscalizar locais onde haja o ingresso de crianças e adolescentes desacompanhados, como cinemas, shows e casas noturnas.

Com isso, eles permitem o alvará e iniciam um processo de conscientização com bares e ambulantes para que a venda de bebida ou cigarro seja proibida a menores.

Caso seja constatado que a criança conseguiu comprar álcool dentro do ambiente, os produtores são penalizados. Se houver flagrante, o vendedor é levado à delegacia e responde a processo criminal. O trabalho com os menores, por sua vez, é educativo, por meio de diálogo e de orientação. 

segunda-feira, 20 de março de 2017

Pré Candidato a Deputado Estadual Jefferson Santos visita seu amigo Kajuru na Câmara Municipal de Goiânia

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Por Moisés Tavares


O pré Candidato a Deputado Estadual Jefferson Santos visitou recentemente seu amigo e vereador Jorge Kajuru na Câmara Municipal de Goiânia. Ambos tem uma história de luta pela democracia e pelo bem estar da comunidade onde vivem.
Jefferson Santos é morador de Águas Lindas de Goiás  há vários anos, empresário, pretenso candidato a uma das cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás.
Como forte liderança na cidade, pelo  trabalho prestado á comunidade, pela experiencia que tem na politica e pela aceitação que vem tendo ao seu projeto politico Jefferson Santos, que está filiado ao PMB, coloca o seu nome como pré candidato a Deputado Estadual.

"O Kajuru é um parceiro político, presto serviços de assessoria em Licitações Publicas a ele. Kajuru é um grande homem, um político que caiu na graça do povo Goiano, muito querido e respeitado, possui mais de 8.000.000 de seguidores em suas redes sociais, foi o Vereador mais votado da história política de Goiânia. Assim ele tem meu respeito e eu o dele", disse Jefferson Santos.

Jefferson e Kajuru trocaram ideias e falaram de propostas e é claro !!! de politica.
Kajuru é um árduo defensor do povo na Câmara Municipal e tem seu mandato á disposição deste povo que espera  continuar vendo  na politica, políticos sérios, honestos e trabalhadores  como Kajuru e Jefferson Santos.

domingo, 19 de março de 2017

Partido faz 'concurso' para escolher candidatos para 2018

Reprodução
Partido novo. Foto reproducao ORG XMIT: w4E8Duz5Y1Sgj7D--5yt ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Militantes do Partido Novo participam de atividade na campanha municipal do ano passado


Com a pregação de renovar a política, o Partido Novo, representante assumido da "nova direita", iniciou nesta semana um processo seletivo para formar sua lista de candidatos para as eleições de 2018.
Numa ação que lembra as fases de um concurso público, o Novo quer identificar pessoas sem histórico na política, de preferência oriundas do setor privado, para empunharem suas bandeiras liberais na disputa para o Congresso Nacional.
"A eleição de João Doria em São Paulo e outros de perfil semelhante no ano passado encorajaram as pessoas a tentarem a política. Isso mostrou que você não precisa ter base eleitoral ou cacife político prévio para se candidatar", diz João Dionísio Amoêdo, presidente nacional do Novo.
O partido fez algo semelhante para escolher seu time para a eleição municipal de 2016. Participaram da peneira 590 pessoas, que resultaram em 140 candidatos em cinco cidades. Foram eleitos quatro vereadores.
Agora, a intenção é aprofundar essa ideia, focando nos cargos do Legislativo federal. Com orçamento limitado, o recém-criado partido, que surgiu em 2015, adotará a prática em 13 Estados, mais o Distrito Federal. Também deixou o Executivo de fora, por enquanto.
Longo, o vestibular do partido tem cinco fases e exige dedicação e vontade -a começar pela disposição em pagar uma taxa de inscrição de R$ 600.
Começa com uma prova de múltipla escolha para testar a adesão do pretendente aos princípios da legenda, baseados na crença do Estado mínimo e defesa das privatizações. Mais adiante, num vídeo de dois minutos, o candidato precisa explicar o que espera da política. Em tempos de Doria e dominância das redes sociais, não basta o conteúdo: é fundamental saber se expressar.
Seguem-se entrevistas e a parte prática: tarefas de campo, atividades de rua e reuniões políticas. Quem sobreviver estará apto a ser candidato no ano que vem.
Segundo Amoêdo, não há uma meta mínima de número de interessados que o partido espera atrair com seu método sui generis. Mas ele espera que a crise política e o avanço da Lava Jato ajudem a propagar o Evangelho da mudança política. "Entendemos que essa tem de ser uma prioridade hoje", afirma.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Primeira-dama participa de comemoração do Dia da Mulher

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A primeira Dama Aleandra de Sousa participou na manhã do dia (17), da comemoração do dia da Mulher.  As atividades da Secretaria de Assistência Social, Cidadania e Trabalho, o Centro de Convivência do Idoso em conjunto com as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS).

sexta-feira, 17 de março de 2017

Cresce o apoio ao Pastor Daniel de Castro para que o mesmo seja candidato a Deputado Federal

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PASTOR DANIEL DE CASTRO E O GOVERNADOR MARCONI PERILLO


Por Moisés Tavares

A cada dia que passa o pastor e presidente do PSC-DF Daniel de Castro tem recebido apoio ao seu projeto politico.
Pastor Daniel de Castro é pré candidato a Deputado Federal pelo Distrito Federal e por onde anda tem recebido o abraço de vários amigos que o apoiam, dentre estes amigos estão o governador Marconi Perillo e o senador Wilder Morais.
Daniel tem percorrido o Entorno do Distrito Federal onde também fez muitos amigos em várias cidades e deixou um legado quando era secretário do Entorno.
Esteve recentemente com os amigos prefeito Hildo do Candango e com o presidente da Câmara Municipal Rogemberg Barbosa que também é pastor do mesmo seguimento de Daniel de Castro, ambos são do Ministério de Madureira que tem várias igrejas no Distrito Federal e em Goiás.
"Com a graça do nosso bom Deus chegaremos lá", disse o pastor Daniel de Castro.

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PASTOR DANIEL DE CASTRO E O SENADOR WILDER MORAIS