domingo, 24 de fevereiro de 2019

Dr Lucas da Clinica Santa Monica, cai na graça do povo, tem crescente popularidade e é aclamado nas redes sociais para que se candidate a prefeito de Águas Lindas de Goiás em 2020

A imagem pode conter: 4 pessoas


*Moisés Tavares 


Um dos médicos mais requisitados, um excelente administrador, com muita experiência e uma grande lista na agenda para a realização de palestras sobre prevenção de doenças, Dr Lucas da Clínica Santa Mónica, caiu na graça do povo de Águas Lindas de Goiás, com popularidade crescente, o médico é aclamado nas redes sociais para que seja candidato a prefeito do município em 2020.
Recentemente o Dr Lucas concedeu uma entrevista ao Jornalista Alê Morais no programa SEM MEIAS VERDADES, onde dá todos os detalhes sobre as palestras e o Projeto Social que vem realizando na cidade, fala da família e também de politica e candidatura, você pode acompanhar a entrevista pelo link:
https://www.facebook.com/semmeiasverdades.br/videos/678176825910913/

Dr Lucas da Clínica Santa Mônica tem sido procurado por muitas pessoas para conversar sobre o futuro do município de Águas Lindas de Goiás, principalmente por lideranças politicas, presidentes de partidos, lideranças eclesiásticas e isso não é de se estranhar, pois esse é um ano pré eleitoral, onde as conversações, os diálogos, as articulações tem que ser feita, e a maioria quer que o Dr Lucas da Santa Mônica se candidate a prefeito em 2020, pois vêem  nele a pessoa certa para dar continuidade aos avanços que a cidade tem conquistado e trazer mais melhorias a população da cidade.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e área interna


A imagem pode conter: 4 pessoas, pessoas em pé


A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e criança



Moisés Tavares
É Jornalista( DRT- 01428-GO), 
Editor dos Blogs de noticias, A VERDADE e JORNAL DIÁRIO DE ÁGUAS LINDAS,
 Gestor em Segurança Pública e Privada, 
Gestor Público, Pedagogo e Pós Graduando em Docência do Ensino Superior.

Em pré campanha para prefeito de Águas Lindas de Goiás, Rogemberg Barbosa vai para as ruas, cobra ação da Secretaria Municipal de obras e entra na justiça contra aumento das passagens do Entorno





*Moisés Tavares 



Em  pré campanha   para  prefeito  de Águas Lindas de Goiás, o vereador  Rogemberg Barbosa,  sai as ruas da cidade visita vários bairros e cobra ação  enérgica da Secretaria Municipal de obras para que a mesma recupere as avenidas e ruas da cidade.
Em vídeos que foram espalhados pelas redes sociais, Rogemberg Barbosa aparece ao lado do vereador J Barros e mostra a situação da avenida do bairro Coimbra e solicita atenção do executivo para solucionar o problema, pois a avenida está quase que intransitável.

"Chega uma hora que a gente cansa de ficar pedindo providências aos responsáveis do executivo e ouvindo da população que não estamos fazendo nada, mas a brincadeira acabou, mandei o ofício não fui atendido vou vim a público cobrar e mostrar que a minha parte estou fazendo, pois não é justo os incompetentes passar de inocentes, o vereador J. Barros só falta implorar por esse setor e até agora nada! Chega." Diz Rogemberg Barbosa.

Em outros vídeos, também espalhados pelas redes sociais o presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Águas Lindas de Goiás, se mostra indignado com o aumento das passagens do Entorno e diz que entrou na justiça contra e pedindo a suspensão do mesmo, além disso, Rogemberg Barbosa convoca a população para fazer uma manifestação pacifica contra o aumento das passagens.

"Eu Rogemberg Barbosa, como cidadão de Águas Lindas não poderia ficar parado diante uma situação dessas, a nossa população quase que toda é empregada no Distrito Federal e correm agora o risco de perder seus empregos com uma passagem de ônibus absurda e desaforada dessa, protocolei na justiça federal uma ação popular contra a ANTT e aguardo uma decisão favorável ao povo de Águas Lindas impedindo esse aumento, esse abuso das necessidades diárias do povo de se movimentar."

Rogemberg  Barbosa é um dos vereadores que mais tem defendido mudanças no transporte público coletivo do Entorno do Distrito Federal e já apresentou propostas para melhorias do sistema, principalmente dentro do município, com cinco mandatos consecutivos e quatro vezes presidente da Câmara Municipal de Vereadores,  agora com mais experiência, o vereador  quer ser prefeito em 2020 e tem recebido o apoio de muitos moradores, lideranças politicas, comunitárias e eclesiásticas.




Moisés Tavares
É Jornalista( DRT- 01428-GO), 
Editor dos Blogs de noticias, A VERDADE e JORNAL DIÁRIO DE ÁGUAS LINDAS,
 Gestor em Segurança Pública e Privada, 
Gestor Público, Pedagogo e Pós Graduando em Docência do Ensino Superior.

Passageiros da Região Metropolitana pagam passagem mais cara a partir deste domingo(24), enquanto isso, transporte continua precário, sem manutenção e superlotados

Resultado de imagem para imagens de onibus da taguatur quebrado

  *Moisés Tavares

Quem mora na Região Metropolitana do Distrito Federal e saiu hoje pela manhã para pegar ônibus, já se deparou com a nova cobrança das  passagens, no entanto, o transporte continua precário, sem manutenção e  superlotados, é o que diz os passageiros.
A Região Metropolitana  é a que mais gera mão de obra   para o Distrito Federal, também é a que tem mais desempregados. Muitos trabalhadores já estão com medo de serem dispensados de seus serviços, como sempre, quando a passagem aumenta, os patrões tendem a fazer com que o número de empregados sejam diminuídos, é a chamada contenção de despesas e o pobre do trabalhador sofre, pois a pior parte sobra para ele.
O presidente da AMAB- Associação dos Municípios Adjacentes a Brasília e prefeito de Águas Lindas de Goiás, Hildo do Candango, tem procurado uma solução para o problema do transporte e até já apresentou propostas, porém cabe a ANTT, que é a agencia responsável bater martelo.
Outro também que está indignado com essa questão é o  vereador e presidente da Câmara Municipal de Águas Lindas de Goiás, Rogemberg Barbosa, ele entrou na justiça contra  o reajuste das passagens e também pede a suspensão do mesmo e aguarda resposta do judiciário..




Moisés Tavares
É Jornalista( DRT- 01428-GO), 
Editor dos Blogs de noticias, A VERDADE e JORNAL DIÁRIO DE ÁGUAS LINDAS,
 Gestor em Segurança Pública e Privada, 
Gestor Público, Pedagogo e Pós Graduando em Docência do Ensino Superior.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Religião na política-- Se criada, Frente Parlamentar Cristã buscará apoio do Estado para realizar ações da igreja

Requerimento de criação foi apresentado pelo deputado Rafael Gouveia durante sessão ordinária da Alego
Foto: Divulgação

   
O deputado estadual Rafael Gouveia (DC) – eleito no último pleito com 23.466 mil votos – apresentou, na quinta-feira, 21, um requerimento para criação da Frente Parlamentar Cristã no Legislativo. Ele que, além de deputado, também é pastor da igreja Assembleia de Deus, disse contar com o apoio de pelo menos dez parlamentares da Casa. 
Representante do segmento evangélico na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), o deputado defendeu suas origens ligadas à igreja e ressaltou que, inicialmente, havia pensado em criar uma Frente Parlamentar Evangélica. “A princípio a ideia era essa, mas conversamos com alguns pares e colocamos o termo ‘cristão’ para abranger também outras religiões e segmentos”, justificou. 
Gouveia disse que a Frente tratará de assuntos relacionados ao que considerou um “importante segmento”. Ela será criada “principalmente para debatermos projetos que tratam de trabalhos sociais que igrejas e templos realizam.” Para ele, a maioria das igrejas realizam as ações “com recursos próprios”. Complementou dizendo que querem debater formas do Estado “dar mais condições para avançarmos nos projetos sociais”. Como exemplo, Gouveia citou trabalhos realizados em casas de dependentes químicos, creches e asilos. 
Em entrevista ao Jornal Opção, o estadual deixou claro que a frente parlamentar irá discutir – na tentativa de viabilizar – conquistas importantes e de amplo interesse dos religiosos.
Gouveia chegou a mencionar, por exemplo, o projeto de Lei do deputado Henrique César (PSC) – eleito com o maior número de votos do último pleito. Ele chega à Assembleia como forte representante dos interesses da igreja e, consequentemente, da comunidade evangélica. O projeto trata, segundo o parlamentar, da isenção do ICMS na conta de energia, água e esgoto para templos religiosos. 
Para a criação da Frente, Rafael Gouveia disse ter apresentado um requerimento com mais de 10 assinaturas. “Mas outros deputados já me procuraram demonstrando interesse em fazer parte”, pontuou. 

Fonte:Jornal Opção

Quem tem direito adquirido não precisa antecipar aposentadoria





Em alguns casos, segurado pode ter vantagem com novas regras
A cada anúncio de reforma da Previdência, a situação se repete: tanto no setor público como na iniciativa privada, trabalhadores que ultrapassaram o tempo mínimo de contribuição correm para antecipar a aposentadoria. Essa movimentação, no entanto, é arriscada e pode prejudicar o segurado se feita de maneira precipitada.
Quem cumpriu os requisitos para se aposentar pelas regras atuais está preservado pelo direito adquirido e não será afetado pela reforma da Previdência. Nesses casos, o trabalhador mantém o direito a aposentar-se pelos critérios presentes, mesmo que uma emenda à Constituição entre em vigor.
O direito adquirido vale independentemente se o trabalhador entrar com pedido de aposentadoria antes ou depois de uma reforma da Constituição. A situação, na verdade, vale para qualquer direito. Isso porque a legislação, em tese, não pode retroagir, apenas ser aplicada a partir do momento em que passar a vigorar.
“Essa é uma questão definida dentro do sistema judiciário. Durante a reforma da Previdência no fim dos anos 1990, houve uma controvérsia, mas o STF [Supremo Tribunal Federal] se posicionou na época sobre o assunto e determinou que o direito adquirido vale para quem tenha completado os requisitos nos termos da norma anterior. Não precisa ter feito o requerimento, basta ter completado o direito”, explica o mestre em direito constitucional Rodrigo Mello, professor de direito no Centro Universitário de Brasília (Uniceub).
Espera
O secretário de Previdência da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, confirma que quem já conquistou o direito à aposentadoria não apenas não será afetado como poderá escolher se permanecerá na regra atual ou se aposentará pela nova legislação. Ele aconselha o trabalhador a esperar a reforma entrar em vigor para somente então decidir como quer se aposentar.
“Que o trabalhador espere. Pode ser que a nova regra, se ele esperar mais um tempo, seja mais vantajosa do que aquela em que ele obteve o direito pelas regras atuais”, disse Rolim durante a entrevista coletiva na última quarta-feira (20), quando técnicos detalharam a reforma da Previdência.
Segundo Rolim, o trabalhador pode ter vantagem na regra de cálculo e aumentar o valor do benefício se esperar mais um pouco. “Hoje, dependendo da idade, a pessoa terá uma taxa de reposição [indicador usado no cálculo do benefício] menor que na nova regra. Então pode ser mais interessante para esse segurado ficar mais alguns anos e aposentar-se com um benefício maior”, explicou.
Caso a caso
Rodrigo Mello, do Uniceub, concorda com o secretário, mas diz que cada caso é único. Ele recomenda que o trabalhador tenha cautela neste momento e analise todos os cenários. “Em primeiro lugar, o segurado precisa verificar se entrou na situação de direito adquirido. Se sim, ele deverá simular o valor do benefício com quatro opções”, aconselha. Esses quatros cenários são a aposentadoria pela norma atual, pela regra de transição da legislação atual (caso o trabalhador esteja enquadrado numa regra de transição), na transição proposta pela reforma e nas regras definitivas depois da reforma.
Um exemplo de como o segurado pode ganhar se esperar são os servidores que ingressaram no setor público antes de 2013. Quem tomou posse até 31 de dezembro de 2003 terá direito à integralidade, aposentando-se pelo último salário da ativa, caso espere até a idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres. Para professores, a idade mínima cai para 60 anos.
No setor privado, o trabalhador que estiver próximo de 40 anos de contribuição poderá lucrar se permanecer mais alguns anos na ativa. Isso porque, caso a reforma seja aprovada, ele poderá aposentar-se com mais de 100% da média de contribuições e sem o fator previdenciário.
Atualmente, o empregado da iniciativa privada tem o benefício calculado com base na média de 80% das maiores contribuições para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sobre esse valor, incide o fator previdenciário, indicador que diminui o benefício final à medida que aumenta a expectativa de vida da população.

Assembleia Legislativa do Estado de Goiás---Pauta com 54 projetos na 3ª-feira, 26




DEPUTADOS TÊM 54 PROJETOS PARA A PRÓXIMA SESSÃO ORDINÁRIA. SÃO PROCESSOS DE INICIATIVAS PARLAMENTARES E DO EXECUTIVO. QUINZE PROCESSO ESTÃO EM FASE DE VOTAÇÃO DEFINITIVA, SENDO UM DA GOVERNADORIA, E 39 EM 1ª VOTAÇÃO.



Os deputados da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) realizaram durante esta semana, um total de três sessões ordinárias com quórum qualificado para deliberações. Como resultado destas sessões, os parlamentares definiram a composição dos membros das comissões permanentes da Assembleia Legislativa, apresentaram matérias e requerimentos e aprovaram em primeira votação o processo que institui o auxílio-alimentação para servidores da Educação. A votação da matéria se deu no Plenário Getulino Artiaga.
Dentre as matérias tramitadas durante esta primeira semana de trabalhos ordinários em Plenário, está o projeto nº 625/19, de autoria da Governadoria, que extingue a terceira categoria de carreiras da Polícia Militar, Polícia Civil e Agentes Prisionais. A proposta recebeu solicitação coletiva de vista durante reunião extraordinária da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), e deverá ser encaminhada para finalização de sua tramitação durante as reuniões da próxima semana.
Relator do projeto, o deputado Henrique Arantes (PTB) se manifestou favorável a duas emendas propostas em plenário, durante a primeira votação da matéria, apresentadas por Major Araújo (PRP) e Delegado Eduardo Prado (PV). As mudanças alteram dispositivo que extinguem os cargos, mas que permitem aos seus ocupantes o aproveitamento do tempo de efetivo exercício para promoção na carreira.
Durante a semana ainda, entraram em tramitação na Casa 46 processos legislativos. Foram 3 projetos de lei de iniciativa do Governador, 33 vetos integrais e 4 parciais também do Poder Executivo, um relatório da Secretaria de Estado da Saúde, 2 projetos de lei complementar, uma Proposta de emenda à Constituição (PEC), um comunicado geral e uma solicitação de devolução.
Em pauta
Para a próxima semana, os deputados irão realizar a primeira sessão ordinária na terça-feira, 26. Na ordem do dia está uma pauta contendo 54 processos legislativos. Os processos em pauta para a reunião contemplam iniciativas parlamentares e do Poder Executivo.
São 15 processos em fase de votação definitiva, sendo um da governadoria o qual trata do auxílio-alimentação para servidores da Educação e 14 de iniciativa parlamentar. Serão 39 projetos de lei para apreciação em primeira votação. A sessão terá início às 15 horas, no Plenário Getulino Artiaga.
Para mais informações sobre as matérias que devem ser apreciadas na terça-feira, 26, consulte a pauta prévia.
Sessões Ordinárias
As sessões ordinárias constituem o calendário anual de trabalho legislativo e possuem a Ordem do Dia previamente designada, ou seja, têm uma pauta de votação. São realizadas normalmente às terças, quartas e quintas-feiras e compõem-se das seguintes fases: Abertura, onde são feitas apresentações de matérias e demais comunicações parlamentares; Pequeno Expediente; Grande Expediente; e a Ordem do Dia.
A população poderá prestigiar a reunião dos deputados estaduais, cujo acesso se dá pela entrada exclusiva a visitantes, localizada na Alameda dos Buritis, 231, Setor Oeste. Os trabalhos podem ser acompanhados ainda, ao vivo, por meio do site da Alego ou pela TV Assembleia, transmitida pelo canal 8 da NET.

Fonte:https://portal.al.go.leg.br

Senadores temem conflitos após fechamento da fronteira da Venezuela com Brasil

Fronteira Brasil/Venezuela. Cidades de Pacaraima e  Santa Elena de Uairén
Marco fronteriço na cidade de Pacaraima, em Roraima
Paolo Stefano






O fechamento da fronteira da Venezuela com a Região Norte do Brasil, ordenado pelo presidente do país vizinho, Nicolás Maduro, é motivo de preocupação entre os senadores, que pedem uma saída diplomática para a crise.
Nesta quinta-feira (21), o governo venezuelano determinou o bloqueio da fronteira para barrar o envio da ajuda humanitária solicitado pelo autoproclamado presidente venezuelano Juan Guaidó. Senadores pelo estado de Roraima, região mais afetada pelo fechamento, temem que Pacaraima, cidade que fica na fronteira, se torne palco de conflitos.
O senador Mecias de Jesus (PRB-RR) considerou a decisão de Maduro de fechar a fronteira como um ato de desrespeito aos cidadãos venezuelanos e aos organismos internacionais que tentam enviar alimentos e medicamentos.
— Lamentamos profundamente a situação por qual passa nosso país vizinho, que é vítima dos desmandos de um governo ditatorial, que mergulhou a economia no caos e deixou seu povo à míngua, sendo obrigado a fugir de suas casas em busca de abrigo em outros países — criticou.
O senador Chico Rodrigues (DEM-RR) lembrou que Maduro, legítimo ou não, ainda está instalado como presidente da República. O senador, que viajou para Pacaraima a fim de acompanhar de perto o problema, enfatizou que é fundamental garantir a integridade dos brasileiros que vivem na região.
— Essa ajuda é importante, mas não podemos transformar a fronteira do Brasil, na localidade de Pacaraima, num palco de guerra — alertou.
O senador Telmário Mota (Pros-RR) alertou para os impactos no comércio e para o desabastecimento de energia. A maior parte da energia consumida no estado é produzida na Venezuela. Moradores da região também costumam atravessar a fronteira para abastecer seus veículos.
— Dependemos de combustível e a Venezuela compra nossos alimentos na fronteira. Hoje nós consumimos 200 megawatts de energia, dos quais 130 vêm da Venezuela. Corremos o risco de ficar no apagão — alertou.

Tradição pacífica

Em entrevista coletiva na noite desta quinta-feira (21), o porta-voz do presidente Jair Bolsonaro, Otávio Rêgo Barros, informou que o Brasil manterá o envio de ajuda humanitária programado para o próximo dia 23. No entanto, Barros ressaltou que o "limite da ação" do país é a fronteira.
Integrantes da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) esperam que o país honre sua tradição pacífica. O presidente do colegiado, Nelsinho Trad (PSD-MS), avalia que o governo brasileiro tem atuado com equilíbrio na crise política e institucional da Venezuela. Ele registrou que a presidência autoproclamada de Juan Guaidó foi reconhecida por diversos países, incluindo o Brasil e criticou o bloqueio imposto por Maduro.
— Torcemos para que as lideranças e o povo que apoia Guaidó farão essa ajuda humanitária chegar em segurança aos que necessitam — disse o parlamentar.
Ministro da Defesa durante o governo Dilma Rousseff, o senador Jaques Wagner (PT-BA) afirmou que acompanha com preocupação os recentes eventos de tensão internacional envolvendo a fronteira com a Venezuela.
— A defesa da paz e da não-intervenção são princípios que regem o nosso país nas relações internacionais desde o início da nossa República. Espero que as autoridades brasileiras atuem com serenidade, segundo nossa Estratégia Nacional de Defesa, aprovada pelo Congresso Nacional, que estabelece como princípio contribuir para a estabilidade regional e para a manutenção da paz e da segurança internacionais — afirmou.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre disse considerar mais prudente que o governo mantenha a ajuda humanitária do lado brasileiro.
— Acho que a Venezuela não poderia se furtar de receber uma ajuda humanitária, [mas] quem tem que vir buscar essa ajuda é o Governo da Venezuela — disse Davi.
Agência Senado