quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

ENTRE 2006 E 2017-- Número de brasileiros que pratica mais de 150 minutos de atividade física cresce 24%

Futebol vem perdendo espaço para a prática de corrida nas capitais brasileiras



Quadra de esportes. Foto: Pexels



Se você tem a sensação de que, ao transitar pelas ruas e academias, avista, cada vez mais, um número maior de pessoas praticando corrida, saiba que sua percepção tem fundamento. Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2017, elaborada pelo Ministério da Saúde, a quantidade de atletas corredores aumentou 194% no país, entre os anos de 2006 e 2017.
No mesmo período, o estudo, divulgado esta semana, também revela uma maior procura pelas modalidades de luta, incluindo artes marciais, como o judô, o karatê e o kung fu. Nesse caso, o aumento foi 109%.
Ao mesmo tempo, o futebol vem perdendo espaço nas capitais brasileiras. Durante o intervalo analisado, o total de praticantes da categoria desportiva caiu quase pela metade (43,5%).
De acordo com a pasta, a caminhada é o exercício físico mais comum, sendo praticado por 33,6% da população. Na sequência, aparecem a musculação (17,7%), o futebol (11,7%) e as lutas e artes marciais (2,3%).
Além disso, estima-se que 37% da população das capitais brasileiras façam, ao menos, 150 minutos de atividade física por semana, mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Fragmentada nos sete dias da semana, a duração é de, aproximadamente, 22 minutos diários. O índice é motivo de comemoração, já que cresceu 24,1%, de 2006 até o ano passado.
No Vigitel, o nível de atividade física dos adultos pode ser avaliado em quatro domínios: no tempo livre (lazer), na atividade ocupacional, no deslocamento e no âmbito das atividades domésticas. São considerados ativos os adultos que praticam atividades físicas por pelo menos 150 minutos de exercícios de intensidade moderada por semana ou pelo menos 75 minutos semanais de atividade física de intensidade vigorosa. Caminhada, caminhada em esteira, musculação, hidroginástica, ginástica em geral, natação, artes marciais e luta, ciclismo e voleibol/futevôlei e dança foram classificados como práticas de intensidade moderada. Já corrida, corrida em esteira, ginástica aeróbica, futebol/futsal, basquetebol e tênis compõem o grupo de práticas de intensidade vigorosa.
Perfil
Os pesquisadores destacam ainda uma predominância do hábito entre homens (43,4%) e pessoas nas faixas etárias de 18 a 24 anos (49,1%) e 25 a 34 anos (44,2%). Outra relação evidenciada pelo ministério é o grau de escolaridade dos desportistas, considerando que 47% dos brasileiros que praticam atividade física já têm completos 12 anos ou mais de educação formal.
As capitais brasileiras onde menos se pratica atividade física, conforme a pesquisa, são São Paulo (29,9%), João Pessoa (34,45) e Recife (35,2%). Brasília – considerada na pesquisa como Distrito Federal, por englobar as cidades vizinhas – (49,6%), Palmas (45,9%) e Macapá (45,5%), por outro lado, apresentam os melhores índices.
 (ABr)
Fonte:Diário do Poder

PERDÃO A CONDENADOS --Temer volta atrás e pode publicar indulto de Natal nos próximos dias

Nesta segunda, assessoria do Palácio do Planalto afirmou que o presidente não editaria o decreto neste ano



Presidente Michel Temer. Foto: Marcos Correa



Após a assessoria da Presidência da República afirmar que o presidente Michel Temer não editaria indulto de Natal neste ano, assessores informaram nesta terça (25) que Temer pode publicar um texto nos próximos dias. Recuo teria ocorrido após pedido da Defensoria Pública da União (DPU).
A proposta deste ano não deve incluir condenados por crimes de corrupção, como aconteceu no decreto publicado no ano passado. A decisão de Temer em 2017 gerou fortes críticas e questionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) no Supremo Tribunal Federal (STF).
Previsto na Constituição, o indulto perdoa a pena de presos que se encaixam em determinados requisitos estabelecidos pelo texto do presidente. O texto do ano passado previa o perdão para quem cumpriu um quinto da pena por condenações de crimes como corrupção e lavagem de dinheiro, considerados crimes sem violência ou grave ameaça.
O Supremo ainda não concluiu a análise do tema, já que, durante um julgamento em novembro deste ano, o ministro Luiz Fux fez um pedido de vista, adiando a decisão. No entanto, até então, a maioria dos ministros já havia votado pela constitucionalidade da iniciativa do presidente. Para seis ministros, o indulto é uma prerrogativa constitucional do presidente da República e o Judiciário não pode interferir em seu conteúdo.
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) fez declarações contra o indulto de Natal, em novembro. “Fui escolhido presidente do Brasil para atender aos anseios do povo brasileiro. Pegar pesado na questão da violência e criminalidade foi um dos nossos principais compromissos de campanha. Garanto a vocês, se houver indulto para criminosos neste ano, certamente será o último”, declarou Bolsonaro em sua conta no Twitter. 
(Com informações da FolhaPress)
Fonte:Diário do Poder

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Verba pública a partidos aumentou quase 500% em 20 anos

Criado na década de 1990, Fundo Partidário prevê repasse de R$ 927,7 milhões às siglas em 2019
Fonte
TSE

Reforma política aprovada em 2017 pelo Congresso mudou regras de acesso ao fundo partidário Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Caio Sartori, O Estado de S.Paulo

O dinheiro público destinado aos partidos políticos cresceu quase 500% desde 1996. O Fundo Partidário, que atingirá montante próximo a R$ 1 bilhão no próximo ano, foi engordado nas últimas décadas ao mesmo tempo em que o número de siglas no País se multiplicava. Em 2019, 30 partidos ganharam nas urnas o direito de terem representação na Câmara dos Deputados, batendo mais um recorde. Há 23 anos eram 19 legendas com assento no Congresso.

Previsto em R$ 927,7 milhões para o próximo ano, o fundo foi criado em meados dos anos 1990 para financiar os custos administrativos das legendas. É abastecido com dotações orçamentárias – aprovadas pelos próprios deputados e senadores – e multas eleitorais aplicadas aos mesmos partidos.
O acesso a recursos públicos do Fundo Partidário é um dos elementos que impulsionou a criação de novas siglas no Brasil nos últimos anos. A fiscalização dos gastos pelo Tribunal Superior Eleitoral ocorre com bastante atraso e a análise das prestações de contas já mostrou que a reserva financia despesas que vão de viagens de jatinho até contas pessoais de dirigentes dos partidos.
Após o Congresso aprovar em 2017 a criação de um fundo eleitoral bilionário (R$ 1,7 bilhão), as siglas foram autorizadas este ano a utilizar recursos do Fundo Partidário nas eleições. Na prática, os fundos de dinheiro público compensaram a ausência dos recursos empresariais nas campanhas – proibidos em decisão do Supremo Tribunal Federal em dezembro de 2015.

No ano que vem, as siglas que não superaram a chamada cláusula de barreira nas últimas eleições não terão direito a receber o dinheiro – o que pode significar a extinção destas legendas. Foi por isso que algumas já anunciaram que vão se fundir. É o caso do Patriota com o PRP, do PCdoB com o PPL e do Podemos, que superou a cláusula, com o PHS.

Em valores corrigidos, o ápice do gasto público com financiamento partidário ocorreu em 2015, no início do segundo mandato da petista Dilma Rousseff, quando passou por um aumento grande em relação ao ano anterior e atingiu o equivalente a R$ 1 bilhão nos dias de hoje. O mesmo fenômeno de crescimento considerável ocorreu em 2011, outro ano que sucedeu eleições gerais.




Crescimento
Dinheiro para os partidos mais que quadriplicou desde a criação

Fonte
TSE

De 1996 para cá, o aumento tem sido constante ano a ano, com a exceção de poucos períodos — que normalmente vêm depois de anos com grandes acréscimos financeiros, como 2015. O valor caiu, por exemplo, em 2016 e 2017, até voltar a crescer neste ano e no próximo. No acumulado, cresceu cerca de 470%.

Esse acréscimo, porém, foi acompanhado por uma desconcentração dos recursos em razão da fragmentação partidária cada vez maior da Câmara. Em 1996, os cinco partidos com maior porcentual do fundo representavam 82,7% do montante. Hoje, equivalem à metade: 41%.

Em 2019, a distribuição dos recursos vai marcar a saída do MDB da lista de legendas mais beneficiadas pelo fundo. Está na sexta colocação da lista, com R$ 52,8 milhões. Resultado diferente do PT e do PSDB, que, mesmo com resultados decepcionantes em comparação com o histórico que vinham registrando, se mantiveram nas três primeiras colocações.

“Ajustamos nossas despesas à nova realidade e enxugamos a estrutura. Temos um projeto de autofinanciamento para não dependermos exclusivamente do fundo”, disse o presidente do MDB, Romero Jucá. O projeto, segundo ele, será aplicado ano que vem nas esferas nacional, estaduais e municipais.

Entre as principais legendas do País, o Novo é o único que não utiliza o Fundo Partidário. Registrado em agosto de 2015, o Novo diz que arrecada cerca de R$ 800 mil mensais de aproximadamente 30 mil filiados. Num ano cheio, isso equivale R$ 9,6 milhões, valor inferior aos R$ 27,6 milhões a que a legenda teria direito a partir do ano que vem.

“As eleições mostraram que, mesmo sem o fundo, temos condições de participar do jogo. A ideia é manter essa estratégia e provocar uma mudança de cultura”, afirmou Moisés Jardim, presidente do Novo, descartando a possibilidade de o partido passar a aceitar o dinheiro público do fundo.

O PSL do presidente eleito, Jair Bolsonaro, será o maior beneficiário a partir de janeiro, com cerca de R$ 110 milhões ao longo do ano. Os partidos recebem valores calculados a partir da votação que obtiveram para a Câmara dos Deputados, incluindo votos nominais e em legenda, que compõem 95% do total distribuído. Os outros 5% são divididos igualmente entre as siglas que superaram cláusula de barreira nas eleições.

Apesar de ter feito a maior bancada para a próxima legislatura, com 56 eleitos, o PT perdeu para o PSL em número de votos para a Câmara, já que a eleição proporcional segue critérios mais complexos. Nesse contexto, o PSL receberá a maior fatia por ter vários ‘campeões’ de votos, como Eduardo Bolsonaro e Joice Hasselmann, os dois candidatos mais votados do País, ambos por São Paulo. O PT terá, ao longo do ano, R$ 96,6 milhões, quase R$ 15 milhões a menos que o partido de Bolsonaro.

Para o professor da FGV Marco Antônio Teixeira, o fundo é mal visto pela sociedade num contexto de crise de representação dos partidos e crise econômica. “Essa visão obviamente advém sobretudo do fato de a sociedade não ver um retorno dos partidos em prol do interesse público.”

Fragmentação diminui concentração de recursos
A distribuição do dinheiro do fundo passou a ser mais pulverizada ao longo dos anos, acompanhando a própria fragmentação partidária no Legislativo brasileiro. Em 1996, quando 19 partidos tinham cadeiras na Casa, os cinco com maior porcentual do fundo representavam 82,7% do montante, número hoje reduzido pela metade.

O MDB, por exemplo, recebia naquele ano mais de 22% do dinheiro, quase um quarto do total. Em 2019, a fatia não chegará a 6%, fruto da baixa votação que obteve para a Câmara. Para além da crise dos partidos tradicionais, a diminuição se explica pela mudança na correlação de forças no parlamento brasileiro. Mais fragmentado a cada eleição, o Congresso da nova legislatura diminuiu ainda mais o abismo antes existente entre os grandes e os pequenos.

Isso não se deu por meio de um mero fortalecimento de legendas menores que já existiam, e sim a partir do surgimento de novas siglas, especialmente na década de 2010. Partidos como o PSD, dissidência do DEM, o PROS e o Solidariedade já surgiram com bancadas robustas ao herdar parlamentares que aproveitaram uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, na teoria, apenas regulamentava condições para migração partidária. Na prática, porém, ela incentivou a criação de novas legendas, já que os parlamentares não seriam punidos se aderissem a novas siglas.

“Se esses 41% (de concentração nos cinco mais ricos) significassem que o sistema se democratizou mais, com partidos mais competitivos e mais debates de ideias, estaria tranquilo. Mas o que aconteceu foi que tivemos uma multiplicação de partidos”, disse Marco Antônio Teixeira, da FGV.

O grande fenômeno surgido com as eleições de 2018, porém, é a ascensão do PSL ao status de partido grande. Antes nanico e pouco conhecido do eleitorado, a legenda à qual Jair Bolsonaro se filiou para concorrer à Presidência terá dinheiro para se estruturar. A sigla foi, por anos, uma das que se enquadram na categoria de ‘partido negócio’, sem muitos holofotes. A partir de 2019, roubará o espaço – o dinheiro – que já foi de PT e MDB.


Fonte;
https://politica.estadao.com.br

Confusão --Presos se rebelam após agentes impedir repasse de drogas e celulares em Goiatuba

Detentos queimaram colchões, quebraram cadeados e tentaram invadir celas 
Divulgação I Foto: Weimer Carvalho


Durante a madrugada desta segunda-feira, 24, detentos da Unidade Prisional de Goiatuba se rebelaram após agentes penitenciários flagrarem uma tentativa de repasse de drogas e celulares para dentro do presídio.
Segudo informações da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), Fernando Araújo foi flagrado tentando arremessar os objetos para dentro da Unidade. Tudo ocorreu por volta das 2 horas. Após os agentes inibirem a ação, detentos queimaram colchões, quebraram cadeados e tentaram invadir as celas da Ala do Seguro.
Os agentes chegaram a disparar munições menos letais na tentativa de conter os presos. Foi solicitado, inclusive, o apoio da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil até a chegada do Grupo de Intervenção Tática (GIT) da Regional Caldas Novas, que conseguiu dominar os presos.
Quatro detentos atingidos pelos agentes foram encaminhados para a unidade de saúde, porém, já retornaram à unidade prisional. Após o controle da ação, a DGAP determinou a transferência de 15 detentos, identificados pelos serviços de inteligência como as lideranças que causaram o tumulto. Também foi determinada a abertura de sindicância para apuração dos fatos.

Fonte:Jornal Opção

domingo, 23 de dezembro de 2018

Caiado anuncia Ernesto Roller secretário de Governo

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O prefeito de Formosa, Ernesto Roller (MDB) será o novo secretario de Governo do estado de Goiás a partir de janeiro, o nome dele foi anunciado na manhã deste sábado, 22, pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) na cidade de Formosa.
Caiado em vídeo afirmou que respeita a cidade de Formosa, mas lembra que o estado precisa da união de todos” Eu sei da importância dessa cidade, mas vocês sabem também do momento em que estamos recebendo o estado, um momento delicado, você sabem do momento fiscal do estado, as dificuldades são enormes”
Caiado aproveitou para enaltecer as qualidades de Ernesto Roller e destacar as responsabilidades a frente da pasta “A necessidade de nós termos uma pessoa que tenha articulação política, credibilidade moral, tenha capacidade de transitar não só dentro da assembleia legislativa, mas também dentro do governo federal, fazendo interlocução do governo, representando o governador”
Roller concedeu uma entrevista a imprensa da cidade explicando que não vai deixar a cidade desamparada “Formosa não esta perdendo um prefeito ela esta ganhando um secretario, conversamos com o vice-prefeito, com os vereadores e com o presidente da câmara. Essa postura administrativa não mudará porque toda a minha trajetória foi trabalhada em prol de formosa”

Fonte;Diário de Goiás 

Rumo a Brasília --Francisco Jr. deixa Alego com mais de 200 projetos de Lei apresentados

Eleito deputado federal, o parlamentar pretende defender as mesmas bandeiras 
Deputado Francisco Jr. durante coletiva de imprensa | Foto: Denise Xavier



O deputado estadual Francisco Jr. (PSD) concorreu na última disputa pelas cadeiras da Câmara dos Deputados, em Brasília, e terminou eleito com mais de 110 mil votos para a próxima legislatura. O parlamentar deixará a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) com “mais de 200 projetos apresentados, sendo mais da metade deles sancionados”.
Em entrevista ao Jornal Opção, o federal eleito conta que tem se esforçado para deixar poucos projetos tramitando na Casa até o final de seu mandato na esfera estadual. “São vários projetos importantes e que tiveram um apelo muito grande da sociedade para serem votados. Agora o que nos resta é trabalhar pela sanção dessas matérias.”
Sobre sua passagem pelo Legislativo goiano, o deputado ressalta que teve um mandato pautado pela interlocução com os diversos grupos organizados da sociedade. “O nosso mandato existe em favor da vida e da qualidade dela. Nós costumamos ouvir e acolher os grupos que carecem de atenção por parte do Poder Público. Juntamente a cada um deles é que elaboramos esses projetos”, explica.
Dentre as diversas proposituras apresentadas por ele, Francisco Jr. destaca os que estão voltados aos anseios dos portadores de deficiência física, como a PEC que assegura que 1% dos cargos comissionados sejam destinados aos portadores de alguma deficiência. “Eles não são incapazes. Apesar de possuírem alguma deficiência são pessoas completamente capacitadas a desempenhar bem o seu trabalho”, justifica.
Ele também garante que continuará defendendo as mesmas bandeiras no Congresso Nacional na intenção de corresponder ao desejo de mudança do povo brasileiro. “As expectativas são as melhores possíveis. O País vive um tempo de mudança onde os brasileiros estão muito conscientes daquilo que não querem. O que eles querem é que precisa ser debatido e quero poder participar dessa construção”, pontua.

Fonte:Jornal Opção

sábado, 22 de dezembro de 2018

POSSE --Posse de Bolsonaro será transmitida por ‘pool’ de emissoras

Emissoras de TV unirão esforços (e equipamentos) na festa para Bolsonaro


Vista lateral do Palácio do Planalto: tudo pronto para a posse do presidente Bolsonaro. (Foto: João Carlos da Silva/Diário do Poder)


A cobertura da posse de Jair Bolsonaro será realizada por uma parceria de grupo de emissoras, como é o hábito desde a posse da primeira eleição direta para presidente, em 1990. A TV Record vai ceder o helicóptero para as imagens aéreas do dia 1º de janeiro, já a Globo acompanhará o percurso de carro, apesar de não se saber se vai o veículo será o clássico Rolls Royce aberto ou um carro fechado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Band e SBT também estarão responsáveis por parte da transmissão da posse de Jair Bolsonaro.
O plano é que o “pool” tenha acesso ao conjunto de imagens, já que um só canal não teria condições (nem acesso) para fazê-lo sozinho.
A TV Brasil, da estatal EBC, é responsável pela cobertura a partir do momento que Bolsonaro chega ao Palácio do Planalto.
Fonte: Diário do Poder