terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Mais de 17 milhões de eleitores já baixaram o aplicativo e-Título

Ferramenta gratuita dispensa a impressão da segunda via do título eleitoral


Mais de 17 milhões de eleitores já baixaram o aplicativo e-Título
Foto: Divulgação/ TRE/AL


Dados da Justiça Eleitoral atualizados nesta segunda-feira (27) mostram que mais de 17 milhões de eleitores brasileiros já baixaram o aplicativo e-Título. Ao todo, 17.037.057 pessoas optaram pela versão digital do título eleitoral, que dispensa a impressão da segunda via do documento em papel.
O download do app está disponível para celulares ou tablets com o sistema operacional Android ou IOS. Depois de baixar o aplicativo, basta inserir os dados pessoais para ter em mãos o documento digital. O e-Título permite também a emissão das certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais. Essas declarações são emitidas por meio do QR Code do aplicativo, possibilitando a leitura pelo próprio celular.
Caso o eleitor já tenha feito o cadastramento biométrico (cadastro das impressões digitais, fotografia e assinatura) na Justiça Eleitoral, a versão do e-Título virá acompanhada de foto, facilitando a sua identificação na hora do voto.
Contudo, se ainda não tiver feito o cadastro da biometria, a versão do e-Título será baixada sem fotografia. Nesse caso, o eleitor deverá levar outro documento oficial com foto para se identificar perante o mesário para votar.
Em todo o Brasil, 14.369.325 e-Títulos baixados são de eleitores com biometria; os outros 2.667.732 pertencem a pessoas que ainda não fizeram o cadastro biométrico.
Está em estudo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a possibilidade de aperfeiçoar o aplicativo para transformá-lo, futuramente, em uma plataforma de serviços eleitorais, com a possibilidade de fazer a transferência e a comprovação do domicílio eleitoral, além da justificativa de ausência às urnas. Por enquanto, o e-Título não é capaz de validar impressões digitais.
Acompanhe o número de e-Títulos baixados por unidade da Federação. Os dados são atualizados diariamente. 
(Com informações da Comunicação do TSE)
Fonte: Diário do Poder

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

EDUCAÇÃO ESTADUAL

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Me reuni com os representantes da Secretaria de Estado da Educação, Fábio Arantes, Juraci Rodrigues, Armond Nasser e o Kris Cleyton que é o secretário da Regional de Águas Lindas.
Em pauta o fim do quarto turno, um avanço para os estudantes de nossa cidade.
Nós cedemos um espaço na Escola Municipal Luiza Tereza, para a construção de novas salas para atender a demanda de alunos do Jardim Brasília II e dos Barragens 4, 5 e 6 que estudavam no Colégio Estadual Tancredo Neves.
Desta forma, poderemos oferecer mais segurança e comodidade aos alunos.
Além disso, o Governo do Estado está reformando os colégios de nossa cidade. Novas salas serão construídas e receberão carteiras novas e ar condicionado para proporcionar aos alunos e servidores mais qualidade no aprendizado.
Município e Estado unidos com o propósito de oferecer uma educação de qualidade aos nossos jovens.

Renovação política-- Conheça os suplentes que podem se tornar deputados estaduais em 2020

Com 14 pré-candidatos a prefeito, a Assembleia deve ver alguma rotação de representantes com parlamentares sendo eleitos e se licenciando para fazer campanha

Plenário da Assembleia Legislativa de Goiás | Foto: Marcos Kennedy / Alego)
Por Italo Wolff

Nas eleições deste ano, 14 deputados estaduais de um total de 41 são cotados para concorrer ao cargo de prefeito em suas respectivas cidades. Embora não seja obrigatório que o parlamentar se licencie para realizar a sua campanha – e, de fato, a grande maioria não o faz para não ceder poder à suplência, como mostra histórico – alguns dos nomes devem ser eleitos e sair da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) para gerir seus municípios. 
Os suplentes que podem suceder deputados estaduais na Alego são os mais votados em suas coligações partidárias, mas que não foram eleitos em 2018. Embora nem todos os 14 nomes estejam confirmados, sondagens do jornal opção revelam que os políticos têm intenção de colocar seus nomes nas urnas. Coligações como PTB e PSD podem arejar a Assembleia com a possível saída de dois nomes do PSD e entrada de dois nomes de outra sigla – Lineu Olímpio (PTB) e Júlio da Retífica (PTB).

José Nelto Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
José Nelto (Pode) é deputado federal e presidente estadual do Podemos, uma das siglas que crescerá em dois representantes na Alego caso o partido com que coligou em 2018, o PRP, consiga emplacar seus dois postulantes cotados para as eleições de 2020. Mais do que isso, o Podemos saíra de zero para dois representantes na assembleia caso os suplentes subam ao cargo. Sobre o assunto, José Nelto afirma:
“Ronaldo Caiado ganhará dois deputados defensores do Governo apoiando as reformas e ajudando a construir um novo Estado, moderno, eficiente e justo”. Entretanto, o parlamentar reconhece que será possível fazer muito pouco caso o tempo dos suplentes Lyvio Luciano (Pode) e Guto Araújo (Pode) na Alego seja restrito ao período de campanha dos deputados do PRP. 

Fim das proporcionais

Em 2020, as coligações proporcionais terão fim, bem como o mecanismo pelo qual suplentes de diversos partidos podem tornar-se deputados estaduais. Então, a tendência é que partidos lancem chapas completas. Lineu Olímpio de Souza é presidente do PTB em Goiás e suplente, que possivelmente pode assumir o cargo de Wilde Cambão (PSD) caso este se eleja prefeito por Luziânia. Lineu Olímpio reflete sobre as mudanças que o fim das coligações trará já para 2020:

Ex-prefeito de Jaraguá, Lineu Olímpio | Foto: reprodução / Jaraguá Notícias
“O PTB terá de lançar uma chapa forte, com três a quatro candidatos a vereador em Goiânia. Temos nomes cotados para candidatura do prefeito goianiense, mas nada definido. A mudança na regra das coligações forçou uma reestruturação do PTB no Estado. Hoje, buscamos novas lideranças, líderes que tiveram divergências com outros partidos e que hoje estão soltos, queremos que eles componham nosso quadro”.
Caso Wilde Cambão se licencie para fazer sua campanha, Lineu Olímpio assume que terá pouco tempo para imprimir uma marca. “Eu acredito que, como já temos algumas coisas em mente, é possível apresentar projetos. Aprová-los é impossível, mas já assumiremos com planos feitos; dá para apresentar alguma coisa”.
Lineu Olímpio ressalta que não se incomoda com a característica transitória da suplência. “Minha lógica é de continuação do trabalho de Cambão. Tenho boa relação com ele. O que ele tiver iniciado, nós fortalecemos. Caso ele assuma a prefeitura em Luziânia, também vamos buscar identidade própria. Nossa região é diferente, mas temos alinhamento na forma de pensar”.

Renovação completa

O caso do PSDB é o mais radical, pois a coligação PSDB, PSB e Cidadania tem os deputados estaduais Gustavo Sebba (PSDB), Talles Barreto (PSDB) e Virmondes Cruvinel (Cidadania) como pré-candidatos a Catalão e Goiânia. Caso se licenciem, Francisco “Chiquinho” Oliveira (PSDB), Dra. Cristina (PSDB) e Eliane Pinheiro (PSDB) entrarão no mandato. Entretanto, a atual vereadora Dra. Cristina Lopes está em processo de mudança para o PL, sigla pela qual também concorrerá ao cargo, abrindo espaço para o quarto suplente Nedio Leite (PSDB).

Jânio Darrot, presidente estadual do PSDB | Foto: Fábio Costa / Jornal Opção
Com tamanha rotatividade de nomes, a assembleia pode esperar mudanças, já que o PSDB não fecha questão sobre nenhuma pauta e dá autonomia para seus representantes atuarem, segundo o presidente do PSDB em Goiás, Jânio Darrot. “Deixamos os deputados votar de acordo com entendimento que têm, pois são pessoas muito qualificadas, experientes na política, a maioria tem mais de três mandatos”, afirma o líder partidário.
Mesmo em casos extremos, como o de Tião Caroço (PSDB), que atualmente vota com o governo enquanto sua sigla ocupa a oposição, Jânio Darrot afirma ter confiança nos representantes. “Sabemos que é opção pessoal deles; geralmente estar fora do Governo traz dificuldades para o mandato. Mas são grandes deputados, temos respeito e admiração por eles. Não vamos ter com suplentes nenhuma imposição de linha a ser adotada lá dentro”.
Quando questionado se o fim das coligações prejudicaria o relacionamento do partido com os demais, Jânio Darrot responde: “A princípio, não temos restrição a nenhuma aliança. Nem temos problema em ser vice a candidato de nenhum partido, ou termos como vice qualquer chapa. Isso depende da posição local. Elos que existem em determinados locais devem ser examinados caso a caso, em cada município. Vamos trabalhar preocupados com o PSDB, com o crescimento do partido”.

Quem são os suplentes que podem subir à Alego

Além do caso do PSDB, explicado anteriormente, outros partidos podem ter grande ascendência ou redução de suas bancadas na assembleia do estado. Lineu Olímpio (PTB) e Júlio da Retífica (PTB), respectivamente, serão os próximos a assumir caso Wilde Cambão (PSD) e Lucas Calil (PSD) peçam licença para se candidatar. Wilde Cambão é o líder do PSD na assembleia e tem chances de ser eleito em Luziânia
Lyvio Luciano (Pode) e Guto Araújo (Pode) talvez tornem-se representantes da sigla, caso Amauri Ribeiro (PRP) e Major Araújo (PRP) concretizem a intenção de concorrer à prefeitura de suas cidades. 

Vereadora Tatiana Lemos (PCdoB) | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção
Mesmo que o suplente Mauro Rubem (PT) assuma, o Partido dos Trabalhadores pode perder um representante no fim das contas e o PCdoB ganhar a representação de Tatiana Lemos (PCdoB). Para isso, teriam de sair Antônio Gomide (PT) e Adriana Accorsi (PT), que podem ser candidatos por Anápolis e Goiânia, respectivamente.
Felizberto Tavares (PR) teve expressiva votação em 2018, com 19.2 mil votos, mas não se elegeu e ficou em primeiro na fila da suplência da coligação PR e PV. Para assumir o cargo de deputado estadual, Eduardo Prado (PV), que teve 20.8 mil votos em 2018, terá de se licenciar para concorrer em Goiânia.
Na coligação MDB e PRB, existe o candidato que recebeu mais votos sem ser eleito em 2018. Trata-se de Max Menezes (MDB), que teve 30.3 mil votos e assumirá caso Alysson Lima (PRB), eleito com 30.8 mil votos, se retire. 
Dois representantes do partido do governador cogitam as lideranças dos municípios de Itumbiara e Trindade: Álvaro Guimarães (DEM) e Dr. Antônio (Dem), respectivamente. Caso deixem a assembleia, assumirão Zé da Imperial (PSC), Tullio (Dem).
Fonte: Jornal Opção

domingo, 26 de janeiro de 2020

Diego Dantas e Túllio apoiam o esporte


Na noite de deste sábado(25) o pré candidato a vereador Diego Dantas, participou de mais um compromisso importante com jovens que se importam com o bem estar e saúde na prática do futebol.
E Diego Dantas esteve no bairro Jardim Águas Bonitas 1 com seu amigo e líder Kleverson do time Bayern e seu amigo assessor Bispo Joilton seu companheiro pré candidato a prefeito Túllio numa primorosa reunião expondo seus projetos políticos.
Seja qual for o seguimento Diego Dantas vem se destacando como um pré candidato forte que tem tido êxito de liderança em toda cidade.

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Dança das cadeiras-- Veja quem são os suplentes de federais em Goiás que podem assumir em 2020

Jean Carlo, Fábio Sousa, Jovair Arantes e Marcos Abrão e Dona Cida podem assumir caso deputados federais se candidatem a prefeituras
Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil
Por Eduardo Pinheiro

Jean Carlo, Fábio Sousa, ambos do PSDB, Jovair Arantes (MDB) e Marcos Abrão (Cidadania) têm grandes chances de subir na tribuna da Câmara dos Deputados em 2020. Eles são suplentes de deputados federais e poderão assumir caso os respectivos ocupantes das cadeiras peçam licença para se candidatarem.
Francisco Jr (PSD) é cotadíssimo para ser um dos nomes na disputa para a prefeitura de Goiânia. Em 2018, Francisco teve votação expressiva para deputado federal, ficando em quarto lugar, com mais de 111 mil votos, dos quais 49.306 somente na capital.
Política hábil, Magda Mofatto (PR) tem base forte na região de Caldas Novas e, apesar de dar indícios de que apoiará o marido, Flávio Canedo (PR), na disputa, não tem candidatura descartada.  Com grandes chances de ganhar,ela pode dar mais um lugar a suplente na Câmara Federal.
Eliaz Vaz é o nome mais cotado para representar o PSB na eleição de 2020. Ele tem forte presença na capital, já que assumiu como vereador ainda em 2001 e só saiu com os mais de 74 mil votos que conquistou para deputado federal em 2018, 52.282 somente em Goiânia.
Célio Silveira, ao que tudo indica, já é o nome certo do PSDB para a disputa em Luziânia. O deputado que está em seu segundo mandato já foi prefeito do município e seria o nome mais forte para enfrentar o candidato de Cristovão Tormin, atual prefeito de Luziânia. O mais cotado é o deputado estadual Wilde Cambão (PSD).
A sequência dos suplentes seria Jean Carlo, que obteve 67.729 votos em 2018; Fábio Sousa, 67.130 votos;  Jovair Arantes, 56.705 votos e Marcos Abrão, com 50.909 votos. Eles fazem parte da coligação PSDB/ PR / PSB / PPS/ SD / PTB / PSD.
Já pela coligação DEM / PROS / PRP / PDT / PSC / PODE, o único candidato pode ser Glaustin da Fokus na disputa pela prefeitura de Aparecida de Goiânia. Caso se concretize, assume a suplente Dona Cida (Pros).
Fonte: Jornal Opção

sábado, 25 de janeiro de 2020

Projeto Politico do Pré Candidato a vereador Diego Dantas cresce e toma novos rumos e pode faze-lo um dos mais votados nesta eleição.



Dando continuidade ao seu projeto político, e cada vez mais se destacando nesse ano eleitoral, Diego Dantas, pré candidato a vereador junto e o pré candidato a prefeito Túllio, estiveram ontem no setor 11 em uma ótima reunião, mesmo com muita chuva e frio um número considerável de amigos e simpatizantes aos pres candidatos em bate papo muito agradável, trazendo e expondo suas ideias de melhorias ao município.
A convite da professora Alessandra, Verônica, professor Paulo e demais professores, Diego Dantas vem tendo grande êxito no seguimento educacional da cidade.
Junto com seu assessor Bispo Joilton agradeceu na oportunidade de serem recebidos com empolgação ao término da reunião, vendo que muitos projetos serão implantado na cidade, junto com governador do Estado tendo pré candidato a Prefeito o homem de confiança dentro do município.


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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Arrecadação federal com impostos chega a R$ 1,537 trilhão em 2019



Foto: Agência Brasil
dinheiro foto agencia brasil

A arrecadação de impostos federais em 2019 totalizou R$ 1,537 trilhão, um crescimento real de 1,69% em comparação ao ano anterior. Corrigido pela inflação, o valor chegou a R$ 1,568 trilhão, o maior volume desde 2014, de R$ 1,598 trilhão. A análise das receitas do último ano foi divulgada hoje (23) pela Receita Federal.

Segundo o órgão, o resultado de 2019 pode ser explicado pelo desempenho da atividade econômica e “por fatores não recorrentes”, ou seja, que não se repetem. Os setores econômicos que mais contribuíram para o resultado foram as entidades financeiras, a extração de minerais metálicos, a eletricidade, o comércio atacadista e as atividades auxiliares do setor financeiro.
Um dos fatores não recorrentes citados pela Receita foi as reorganizações societárias de empresas (fusões e aquisições), que afetaram as arrecadações do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O volume arrecadado com os dois impostos chegou a R$ 14 bilhões, também influenciado pelas alterações nas regras de compensação de créditos tributários com débitos relativos ao recolhimento mensal por estimativa.
A arrecadação com parcelamentos de dívidas, que ocorreu no início de 2018 e não se repetiu em 2019, também influenciou o resultado do ano. “Sem considerar o efeito dos fatores não recorrentes apontados, verifica-se crescimento real de 1,33% no período de janeiro a dezembro de 2019 e de 0,34% no mês de dezembro de 2019”, informa a Receita.
Em dezembro, a arrecadação total de impostos federais atingiu R$ 147,501 bilhões, registrando crescimento real – descontada a inflação – de 0,08% em relação a dezembro de 2018.
As receitas administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições, chegaram a R$ 144,817 bilhões no mês passado, resultando em crescimento real de 0,16%. No período acumulado de janeiro a dezembro de 2019, a arrecadação alcançou R$ 1,476 trilhão, com acréscimo real de 1,71% relativamente a igual período de 2018.
As receitas administradas por outros órgãos, que incluem principalmente royalties do petróleo, registraram queda em dezembro. Essas receitas totalizaram R$ 2,683 bilhões, no mês passado, com retração de 11,69% em relação a dezembro de 2018. No acumulado do ano, entretanto, houve aumento real de 1,28%, na comparação com 2018, chegando ao total de R$ 61,011 bilhões.
(Agência Brasil)
Diário de Goiás