quinta-feira, 13 de abril de 2017

Novo estado

Novo estadoProjeto de Decreto Legislativo em tramitação na Câmara prevê a convocação de um plebiscito para que a população decida sobre a criação do estado do Entorno. De acordo com o Projeto de Decreto Legislativo 246/15, apresentado pelo deputado Célio Silveira (PSDB-GO), o novo estado será formado por 18 cidades goianas: Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas, Alexânia, Cabeceiras, Cidade Ocidental, Cocalzinho, Corumbá de Goiás, Cristalia, Formosa, Luziânia, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina (GO), Santo Antônio do Descoberto, Valparaíso e Vila Boa. Silveira justifica a necessidade da criação do novo estado dizendo que a região “vivencia dificuldades, especialmente pela distância entre o centro administrativo do estado e os municípios”. “Disso resulta a prestação insuficiente dos serviços públicos de educação, saúde, saneamento, habitação, segurança e outros, com consequente deterioração da qualidade de vida. Com essa realidade a população recorre aos serviços públicos do Distrito Federal, especialmente pela proximidade dos municípios com a capital, que ficam demasiadamente sobrecarregados e onerados”, afirma. O relator da matéria na Comissão, deputado Paes Landim (PTB-PI), por sua vez, avalia que os altos índices de violência e a carência de serviços e equipamentos públicos fazem com que a região do Entorno do DF seja uma das mais problemáticas do país. “A criação do estado do Entorno pode trazer maior efetividade das ações administrativas e melhorar os indicadores econômicos e sociais da região”, justifica. (. . .) Mal a notícia volta à pauta, já tem Biltre querendo apresentar o presidente da AMAB Hildo do Candango que também é prefeito de Águas Lindas como provável candidato ao Governo do estado que nem foi criado.
Fonte: http://blogcobraselagartos.imprensaja.com.br/

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Senado aprova criação de base de dados nacional para identificação de cidadãos


  
A Justiça Eleitoral organizará uma base de dados nacional com informações de identificação de todos os cidadãos, para uso de todos os órgãos governamentais. É o que determina o PLC 19/2017, aprovado pelo Plenário do Senado nesta terça-feira (11). Ele segue agora para a sanção presidencial.
O projeto também dispõe sobre a criação de um Documento de Identificação Nacional (DIN), a ser emitido com base nas informações compiladas. No entanto, o relator do texto, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), adiantou que o presidente Michel Temer vetará os artigos referentes ao documento.
A Identificação Civil Nacional (ICN) reunirá todas as informações de identificação do cidadão, como o Registro Geral (RG), a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e o título de eleitor. A nova base dados será gerida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que garantirá o acesso à União, aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e ao Poder Legislativo. A integração da ICN ocorrerá ainda com os registros biométricos das polícias Federal e Civil.
A proposta veda a comercialização, total ou parcial, da base de dados da ICN. O texto aprovado pelo Senado prevê pena de detenção de dois a quatro anos, além de multa, para esse ato, mas essa especificação também estará entre os trechos vetados pelo Executivo.

Comitê

O projeto cria ainda um comitê da ICN, composto por três representantes do Executivo federal, três do TSE, um da Câmara dos Deputados, um do Senado Federal e um do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Esse órgão terá a atribuição de recomendar o padrão biométrico da ICN; a regra de formação do número da ICN; os parâmetros técnicos e econômico-financeiros da prestação dos serviços de conferência de dados que envolvam a biometria; e as diretrizes para administração do Fundo da Identificação Civil Nacional, também criado pelo projeto.
O fundo será gerido e administrado pelo Tribunal Superior Eleitoral para custear o desenvolvimento e a manutenção da ICN e das bases de dados que ela utiliza. Ele será composto por dinheiro do Orçamento da União e da prestação de serviços de conferência de dados, por valores da aplicação de seus recursos e por outras fontes, tais como convênios e doações.

Apoio

O relator da proposta, senador Anastasia, ressaltou que a unificação de todos os registros de identificação dos brasileiros em uma base de dados é uma importante medida de segurança nacional.
— O objetivo é permitir que os números sejam compartilhados por diversas entidades governamentais, para dar mais confiabilidade aos nossos documentos. Sabemos que, hoje, sem dados biométricos, a carteira de identidade, que é extraída nos estados, muitas vezes acaba servindo à falsidade e a atos ilícitos — explicou o senador.
O líder do governo no Senado, senador Romero Jucá (PMDB-RR), também elogiou a medida e destacou que ela tem o apoio de todos os setores do Estado.
Da Agência Senado 

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Cuidando de quem cuida!

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Por Moisés Tavares

Foi inaugurado nesta quarta feira 5, na unidade do CRAS do barragem II, o projeto  “CUIDANDO DE QUEM CUIDA”.

O projeto tem o objetivo de assegurar e promover a autonomia das famílias através de um acompanhamento sistematizado com a equipe de técnicos multidisciplinar da Secretária de Ação Social, Mulher, Juventude e Trabalho na pessoa da secretaria Aleandra Henrique e  sua equipe de Assistentes Sociais,  Psicólogos,  Coordenadores dos equipamentos  Centros de Referencia  CRAS, tendo como um dos Parceiros a unidade básica de saúde do Barragem II.

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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Funcionários da VAZTUR fazem manifestação na BR 070

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Por Moisés Tavares 

Funcionários da empresa VAZTUR fecharam a BR 070 na passarela do Girassol distrito do município de Cocalzinho de Goiás - GO. 
A manifestação se dá por que a empresa está parada desde 24.02.2017 e assumiu o compromisso de fazer a rescisão coletiva dos trabalhadores da empresa hoje 03.03 . 2017 e estando todos os funcionários no sindicato para tal o advogado da empresa ligou dizendo que não mais faria a rescisão e se os funcionários se sentissem prejudicados que procurassem a justiça. 
Funcionários inconformados decidiram parar os ÔNIBUS DA EMPRESA GOIANÉSIA que pertence ao mesmo grupo que a VAZTUR, até as 11h30 já havia três ônibus parados no bloqueio. Funcionários esperam uma decisão dos proprietários da empresa para liberarem os Ônibus.

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Eleitores darão preferência a candidatos que apresentem propostas concretas

Os brasileiros estão cada vez mais desiludidos, distantes da política partidária e conservadores




Carlos Vieira/CB/D.A Press
'Melhorar hospitais, escolas, tudo está precário. Eu voto se a pessoa tiver propostas para isso. Ainda não parei para olhar propostas, nunca fui ligada em política' Maria das Graças Silva Oliveira, 19 anos, atendente de loja, moradora da Estrutural



Operação Lava-Jato, impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a pior recessão econômica da história do país criaram uma mistura explosiva perfeita para sacudir a cabeça do eleitor e apavorar quem se apresentar como candidato daqui a pouco mais de um ano. Os brasileiros estão cada vez mais desiludidos, distantes da política partidária e conservadores. Eles querem alguém transparente, não necessariamente vinculado ao mundo político e que resolva concretamente seus problemas do cotidiano, sem ficar alongando-se em discursos ideológicos.

“Eu votaria em um candidato sem experiência porque, talvez, ele possa entrar e mudar alguma coisa. Melhorar hospitais, escolas, tudo está precário. Eu voto se a pessoa tiver propostas para isso. Ainda não parei para olhar propostas, nunca fui ligada em política”, reconheceu a atendente de loja Maria das Graças Silva Oliveira, 19 anos, ensino médio completo,  moradora da Estrutural. Para o cientista político Pablo Cesário, esse pensamento ainda é reflexo das manifestações de junho de 2013, quando as pessoas, especialmente os jovens, como Maria das Graças, foram às ruas pedir, inicialmente, a redução na tarifa de ônibus. O slogan “não são apenas R$ 0,20 virou emblemático.

“As pessoas querem saber o que os governos têm a oferecer, de prático, para melhorar a vida delas. O embate trabalhador versus empregado passou. A batalha agora é a sociedade contra o Estado”, afirmou Pablo. Esse conceito, ele extraiu de uma pesquisa recente, qualitativa, encomendada à Fundação Perseu Abramo pelo PT.  “Um candidato tem que ter ideias e capacidade de colocá-las em prática. Se prometeu, sabia que ia colocar em prática. Não precisa ter experiência, porque os políticos aprenderam a roubar desde cedo. Tem que colocar pessoas voltadas para trabalhar”, afirmou o estofador Círio Carolino da Silva, 58 anos, morador de Taguatinga.


Aversão


“Eu não gosto de política, voto para quem dá certo. Tem que ajudar o pobre. Tem muita coisa largada, principalmente os hospitais. É difícil conseguir uma consulta, remédios”, concordou a costureira Eva Rodrigues da Mota, 50 anos, costureira, moradora da Estrutural. 

Essa insatisfação vai,  inevitavelmente, provocar uma renovação nos quadros políticos do Legislativo. “Renovação de fato. Estamos falando em algo de 50% a 55% nas cadeiras do Congresso Nacional”, aposta o cientista político Pablo Cesário. É verdade que, a cada antevéspera das eleições e com o crescente desgaste dos representantes políticos, sempre se projeta uma renovação alta, mas que não passa dos 40%. “Mas em 2014, por exemplo, você não tinha um desgaste tão grande dos partidos políticos como você tem hoje”, declarou  o professor e consultor de comunicação e marketing digital Marcelo Vitorino.

Vitorino lembra que o movimento feito pelos políticos para se proteger terá, provavelmente, o efeito contrário, provocando mais aversão na população. “Ao propor a lista fechada como uma forma de blindar-se quanto ao mau humor das ruas, eles acabam ameaçando ainda mais o próprio futuro”. O atual momento é ainda pior, por conta da pauta legislativa da reforma previdenciária, trabalhista e da terceirização. “São matérias que retiram direitos das pessoas”, resume.

Curiosamente, nem mesmo esse debate sobre manutenção ou não de direitos consegue mais envolver os partidos políticos. Embora centrais sindicais tenham ido às ruas em manifestações contra a Reforma da Previdência, a maior pressão tem vindo das igrejas evangélicas e da católica. “Você ainda tem uma minoria, barulhenta, ligada às legendas. Eles têm voz, mas são, cada vez mais, minorias” completou o professor de ciência política do Ibmec/MG, Adriano Gianturco.

Esquerda tem de se renovar


Os 13 anos do PT no Planalto deixarão um legado difícil para a legenda. Nem tanto pelo que fizeram no poder, mas pelo que fizeram nos subterrâneos. Apesar do envolvimento de políticos de diversas legendas no esquema do petrolão, como PMDB, PP e PSDB, é nas costas do PT que repousa o fardo de ter organizado o maior esquema de corrupção investigado na história brasileira. “A tendência é que o eleitor pulverize a bancada do PT no Congresso, a exemplo do que aconteceu nas eleições municipais. Quando há uma crise ética em uma coalizão partidária, torna-se desproporcional o efeito sobre quem encabeçava essa coalizão”, reforçou o cientista político Pablo Cesário.

A questão é saber quem ocupará esse espaço deixado pelo PT. O PSol ainda se mantém muito à esquerda, o PCdoB sempre foi satélite dos petistas e o PDT tem Ciro Gomes, mas não é o PDT de Leonel Brizola. Essa desilusão aparece até mesmo em quem já votou no PT. “No momento, não tenho partido. Mas, em toda minha história de voto, votei mais no PT”, afirmou o estudante de pós-graduação em psicologia da UnB, Vinícius Dias Cunha, morador de Vicente Pires.

Para o especialista em marketing digital Marcelo Vitorino, os petistas também tendem a sofrer com o movimento pendular que vem se caracterizando em diversos pontos do mundo, não apenas no Brasil. Isso significa que, pelo natural movimento das coisas, depois de um longo período em que os partidos de esquerda governaram o país, a tendência agora é o sentido inverso. “Não vejo uma candidatura de esquerda viável, competitiva, ao longo dos próximos oito ou dez anos”, acredita Vitorino.

Vinicius mantém a pegada esquerdista, embora tenha afirmado estar sem partido. “O meu candidato ideal seria uma pessoa negra, vinda da periferia, pobre, esse perfil. Uma pessoa que passou por questões pelas quais eu passei e passo. O pessoal que está aí não me representa. Um monte de homem, branco, do olho azul, agropecuarista, rico, homofóbico”, criticou. “ Eu votaria em alguém que não seja político, porque, nas mãos dos que têm experiência, o país está nesse estado”, completou Vinicius.

* Estagiárias sob a supervisão de Paulo de Tarso Lyra

domingo, 2 de abril de 2017

Jacó do Esperança acompanha o prefeito Hildo do Candango na reunião de eleição da nova diretoria da AMAB

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 Por Moisés  Tavares 


O  vereador Jacó do Esperança-PTC, acompanhou o prefeito Hildo do Candango e comitiva, neste dia 31 de março, quando da eleição da nova diretoria da AMAB.
Na ocasião o prefeito Hildo do Candango foi reconduzido ao cargo de presidente da instituição que reúne vários prefeitos.

Vários secretários municipais, vereadores, políticos de municípios adjacentes a Brasília participaram do evento.

Hildo do Candango é eleito presidente da AMAB-Associação dos Municípios Adjacentes a Brasília.

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Por Moisés Tavares

Na tarde desta sexta-feira 31 de março, no auditório da ABB, o prefeito de Águas Lindas de Goiás, Hildo do Candango foi  reconduzido ao cargo de presidente da AMAB-Associação dos Municípios, instituição que reúne prefeitos de vários municípios.
O evento contou com a presença de várias autoridades e de políticos da Região Metropolitana de Brasília. Participam da diretoria da AMAB, junto com o presidente Hildo do Candango os prefeito Pablo Mossoró de Valparaíso ( vice presidente ) e Alair de Cocalzinho de Goiás 9 tesoureiro).

Um grande público esteve presente para acompanhar a votação, o vice prefeito de Águas Lindas de Goiás Luiz Alberto Jiribita, vários secretários municipais,  vereadores  também marcaram presença e políticos de outros municípios.

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